domingo, 13 de maio de 2012
Maio Mês de Maria
Mês Mariano 2012
Diocese de Santa de Luzia de Mossoró
Paróquia de São Sebastião de Caraúbas

Maria Mãe de Deus e nossa
O
Movimento de Mãe Rainha na responsabilidade de Lucinha Medeiros, e os
demais membros, e a Coodenação do Apostolado da Oração na
responsabilidade de Netinha Amaral e os demais membros, estão a frente
na organização do
novenário do mês Mariano, que teve início neste dia 1º e se estende
até o
dia 31 de maio de 2012, as novenas estão acontecendo na Cepela de
Nossa Senhora do Carmo (Capelinha do Cemitério) no horário das 19 horas,
convidamos você sua família e todas as pastorais e movimentos da nossa
Igreja
Católica para participarem deste momento tão importante em nossa
comunidade católica.
Jesus, eu confio em vós!!
ORAÇÃO – Ave sempre bela, Virgem Mãe de Deus
Ave sempre bela, Virgem Mãe de Deus!Do alto mar estrela, porta azul dos céus.
Novas o anjo traz: “Ave” te saúda.
Funda-nos na paz, de Eva nome muda.
Quebra a algema ao réu e dá aos cegos luz.
Dá-nos, Mãe do céu, o que ao céu conduz.
Fonte: O Poder da Oração
Formações
"Amai-vos como eu vos amei"
Para que o mundo seja mais parecido com o Céu
Não existe uma pessoa que não ame. Muda o objeto que é amado, mas faz parte da natureza humana voltar-se, no amor, para o que é desejado e buscado. Pode parecer muito simples, mas a capacidade de amar também pode ser educada num processo de formação que envolve a vida inteira. Mal formada, a inata capacidade para amar pode chegar inclusive à destruição da realidade que é amada. Trata-se de uma força imensa, plantada por Deus nos corações humanos. Ela vem do Céu, para se implantar e multiplicar-se no bem que pode ser feito na Terra e se perpetuará na eternidade.
O amor é um sentimento? Envolve, sim, os sentidos, mas na compreensão cristã, que perpassa a Sagrada Escritura e a experiência secular da Igreja, é muito mais do que um sentimento. Antes, é um ato de inteligência e de vontade. Basta recordar a realidade do martírio, presente em toda a história da Igreja, na qual alguém se dispõe a superar o instinto primordial de defesa da própria vida, para entregá-la pelo bem dos outros, como resultado de sua escolha de vida no seguimento do Evangelho. Existem também situações de pessoas que, mesmo sem conhecimento do Evangelho, chegam a entregar-se pelo bem dos outros, pela causa da vida e da dignidade humana. Tais gestos fazem compreender a possibilidade de uma escolha radical, que orienta todas as energias humanas para o que não se vê nem se pode comprovar, senão pelo testemunho!
“Ouve, Israel! O Senhor nosso Deus é o único Senhor. Amarás o Senhor teu Deus com todo o teu coração, com toda a tua alma e com todas as tuas forças. E trarás gravadas no teu coração todas estas palavras que hoje te ordeno. Tu as repetirás com insistência a teus filhos e delas falarás quando estiveres sentado em casa ou andando a caminho, quando te deitares ou te levantares” (Dt 6,4).
A primeira e decisiva opção na vida há de ser esta, como uma veste interior, que envolve e orienta todas as outras decisões: escolher Deus como tudo da própria existência.
A primeira e decisiva opção na vida há de ser esta, como uma veste interior, que envolve e orienta todas as outras decisões: escolher Deus como tudo da própria existência.
Assista: "A perfeição do amor", com Dom Alberto Taveira
O resumo da lei de Deus, expressa o Decálogo, se encontra na lapidar afirmação: “Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo”. Mas foram necessários muitos séculos e, mais do que tudo, a revelação que vem do Alto, para que tal mandamento viesse a ser compreendido. Aliás, foi preciso que o Pai do Céu enviasse Seu Filho, como vítima de reparação por nossos pecados, para a humanidade entender o amor (cf. I Jo 4,7-10) e sua medida, que é justamente amar sem medida.
O amor ao próximo suscitou muitas perguntas. Afinal, o próximo é quem está perto de mim? Para povos que vagavam por desertos ou se sentiam ameaçados pelos potenciais inimigos, o estrangeiro é também próximo? Como tratar quem é diferente e incomoda? Jesus Cristo, amor do Pai que se faz carne no meio da humanidade, aproxima o amor do próximo ao amor de Deus, dizendo que o segundo é semelhante ao primeiro mandamento! Próximo é, para o Senhor, aquele de quem nos aproximamos e não apenas quem vem pedir qualquer ajuda: “Na tua opinião – perguntou Jesus –, qual dos três foi o próximo do homem que caiu nas mãos dos assaltantes?” Ele respondeu: “Aquele que usou de misericórdia para com ele”. Então Jesus lhe disse: “Vai e faze tu a mesma coisa” (Lc 10, 36-37).
Conhecemos o verdadeiro Bom Samaritano, o próprio Jesus, que veio percorrer as estradas do mundo, tomando a iniciativa de vir em socorro da humanidade.
Conhecemos o verdadeiro Bom Samaritano, o próprio Jesus, que veio percorrer as estradas do mundo, tomando a iniciativa de vir em socorro da humanidade.
Mas Jesus guarda a pérola de Seu amor a ser revelada no ambiente especial da Última Ceia: “Este é o meu mandamento: amai-vos uns aos outros, assim como eu vos amei. Ninguém tem amor maior do que aquele que dá a vida por seus amigos” (Jo 15, 12-13). Aqui está um ponto de chegada, nascido do Alto e que antecipa a realidade do Céu aqui na Terra! Somos feitos para esta qualidade de amor!
Ainda que devamos amar a todos, sem distinção, cada cristão é chamado a ter um espaço de convivência, no qual possa declarar, com gestos e palavras, sua disposição para dar a vida e receber a vida doada. Nisso todos conhecerão que somos discípulos de Cristo (cf. Jo 13,35). Pode ser a família, e quem dera que nossas famílias chegassem a esse ponto! Pode ser a experiência de uma comunidade cristã viva, e para lá havemos de caminhar. Uma amizade sincera e pura proporciona esta declaração de amor. É uma potência indescritível de transformação da vida das pessoas. É necessário olhar ao nosso redor, pois existem, sim, pessoas, comunidades e grupos que oferecem esse testemunho!
Nos mistérios da Páscoa, celebrados pela Igreja, Deus nos dá de presente esta capacidade de amar. De nossa parte, resta corresponder aos dons de Deus (Cf. Oração do dia do VI Domingo da Páscoa).
Cada resposta e cada ato de amor a Deus e ao próximo contribuirão para que o mundo, sem deixar de ser mundo, seja mais parecido com o Céu!
Dom Alberto Taveira Corrêa
Arcebispo de Belém - PA
Dom Alberto Taveira foi Reitor do Seminário Provincial Coração Eucarístico de Jesus em Belo Horizonte. Na Arquidiocese de Belo Horizonte foi ainda vigário Episcopal para a Pastoral e Professor de Liturgia na PUC-MG. Em Brasília, assumiu a coordenação do Vicariato Sul da Arquidiocese, além das diversas atividades de Bispo Auxiliar, entre outras. No dia 30 de dezembro de 2009, foi nomeado Arcebispo da Arquidiocese de Belém - PA.
Arcebispo de Belém - PA
Dom Alberto Taveira foi Reitor do Seminário Provincial Coração Eucarístico de Jesus em Belo Horizonte. Na Arquidiocese de Belo Horizonte foi ainda vigário Episcopal para a Pastoral e Professor de Liturgia na PUC-MG. Em Brasília, assumiu a coordenação do Vicariato Sul da Arquidiocese, além das diversas atividades de Bispo Auxiliar, entre outras. No dia 30 de dezembro de 2009, foi nomeado Arcebispo da Arquidiocese de Belém - PA.
13 de Maio dia de Nossa de Fátima
Neste
próximo fim de semana, no dia 12 e 13, realiza-se a 95ª peregrinação à
cidade de Fátima. A expectativa é receber milhares de peregrinos
vindos de todas as regiões de Portugal e também de vários lugares do
mundo.
Uma prática muito comum, vivida de
forma intensa, pelo povo português é a peregrinação a pé à cidade
onde Nossa Senhora apareceu aos Três Pastorinhos. Famílias inteiras,
grupos de amigos, paroquianos, pessoas que chegam a ficar dias na
estrada para chegar até esse local de fé e manifestar seu amor e
gratidão a Santíssima Virgem.
É uma devoção exigente, tendo em vista
que os peregrinos enfrentam quilômetros de caminhada, muitas vezes, sob
um frio intenso, outras sob chuva e outras vezes sob um sol escaldante, o
que não retira de seus corações o sentimento de fé e gratidão.
As celebrações, em comemoração às
aparições de Nossa Senhora, têm início no dia 12 de maio, com a
meditação do santo terço na Capelinha das Aparições.
Logo após o terço, há um dos momentos
mais emocionantes das celebrações, quando, milhares de peregrinos, com
suas velas acesas, acompanham atentamente e cheios de fé a imagem de
Nossa Senhora ser retirada da capelinha e ser levada até o altar do
recinto. Local em que é presidida a Santa Eucaristia, momento mais
importante da noite, num clima diferente e cheio da espiritualidade e
devoção própria do povo português.
Para encerrar esse momento a imagem
retorna à capelinha com uma procissão silenciosa, e os peregrinos são
convidados a permanecer em vigília durante toda a noite. Ocasião em que
padres e congregações religiosas de Fátima conduzem as orações, a
adoração ao Santíssimo Sacramento, a via-sacra, a Santa Missa, entre
outras atividades
No domingo, dia da ressurreição, a
celebração referente ao dia da primeira aparição de Nossa Senhora, tem
início na manhã com a recitação do rosário por uma multidão, que toma
conta de todo o recinto do Santuário de Fátima. E mais uma vez a imagem
da Virgem Maria sai da capelinha em direção ao altar-mor, sendo venerada
por um povo emocionado e cheio de fé.
As celebrações deste 12 e 13 de maio
serão presididas pelo presidente do Conselho Pontifício para a Cultura, o
cardeal italiano Dom Gianfranco Ravasi.
Em entrevista ao Secretariado Nacional da
Pastoral da Cultura, Dom Antônio Marto, bispo de
Leiria-Fátima, explicou o motivo do convite: “Convidamos o Cardeal
Ravasi para dar importância à dimensão cultural do anúncio, da expressão
da fé e da espiritualidade cristã que Fátima representa”.
A peregrinação, acrescentou o prelado, pretende despertar a atenção para a fé cristã como “geradora de cultura”.
Dom Antônio Marto deseja também que a
presença de Dom Ravasi contribua para a “descoberta da beleza da fé, a
que o mundo pós-moderno é hoje tão sensível, e que resplandeceu também
em Fátima, continuando a brilhar e a irradiar”.
Por fim, será realizada a procissão do
adeus, momento em que a imagem de Nossa Senhora deixa o altar do recinto
em direção à Capelinha das Aparições, num clima de grande comoção.
Impossível não se comover ao ver portugueses e outros tantos peregrinos
acenando com um lenço branco e derramando lágrimas quando o andor com a
Virgem do Rosário cruza o recinto.
São dias inesquecíveis, responsáveis por
uma imensa gratidão por parte de todos os fiéis que têm a graça de
participar dessas ocasiões únicas de intimidade e experiência com a
Virgem de Fátima.
O Sistema Canção Nova de Comunicação em Fátima – Portugal
transmitirá a cobertura completa de toda a celebração. Você terá a
oportunidade de acompanhar tudo pela TV e Rádio Canção Nova de Portugal,
além disso toda a transmissão poderá ser acompanhada pelo site www.cancaonova.pt.
sábado, 12 de maio de 2012
Formações
Ser mãe é padecer no paraíso
Maternidade, um dom que vem do céu
Tantas
vezes ouvi este ditado e, hoje, quero manifestar a minha interpretação
sobre ele. Será que isso é ruim? A expressão padecer traz esta
conotação negativa, pesada, mas, na verdade, não é bem assim…
As mães vivem um certo desconforto desde a gestação (enjoos, azia, inchaço). No parto com suas dores próprias, depois nos primeiros dias a adaptação e interpretação do choro do bebê, o sono, o cansaço. São situações reais que parecem eternas pela intensidade, mas, de repente, passam… E alguns meses depois, o padecimento é outro: voltar ao trabalho e deixar o filho, afinal ninguém vai saber cuidar do filho como a mãe. Doce ilusão!
Mais adiante, a entrada na escola. “Quem será o professor?”, “Será que vai acompanhar a aula?”, “O que vai comer no lanche?”, “Quem serão os colegas?” “E se alguém bater no meu filho?” Nós insistimos em viver a vida dos filhos e, com isso, “padecemos”, pois não temos o mesmo entendimento das crianças. E quando chega a adolescência? Nossa! Aí entra outra fase. Só mudam as preocupações, filho criado, trabalho dobrado…
Assista: "O maravilhoso dom da maternidade", com Emmir Nogueira
Mas e aquilo que plantamos na educação deles? Não valeu a pena? As mães de hoje são, na sua maioria, frutos da geração de transição do feminismo e do sexo, drogas e rock'n roll. Achar o equilíbrio não é fácil. Anterior a nós houve a geração de pais que acreditavam que a liberdade era a melhor opção de educação para os filhos vivendo o “é proibido proibir”.
Hoje já percebemos que os limites são necessários na formação de qualquer ser humano. E por isso, às vezes, dar um “não” ao filho chega a ser um padecimento, pois sabemos que ele(a) queria muito tal coisa ou tal situação, mas percebemos que não é o melhor naquele momento, e isso gera um certo desconforto no relacionamento entre mãe e filho(a).
Aí mais do que padecer é compadecer, é sofrer, pois apesar de estarmos conscientes da decisão tomada não gostamos de ver nosso(a) filho(a) triste. E mais uma vez, apesar de toda intensidade, veremos que isso também vai passar!
Assim como nós que, hoje, neste papel de mãe, reconhecemos e aceitamos a postura que as nossas mães tiveram conosco. E pensamos: “Elas estavam certas…” Olhando tudo isso parece que o ditado está certo… ser mãe é padecer no paraíso. Agora é preciso dizer que tudo isso vale a pena!
Veja bem: vale a pena e não valeu ou está valendo… ser mãe vale por toda a vida? A presença, a realização, as conquistas, as alegrias e as tristezas de um(a) filho(a) não têm preço. Este é o nosso paraíso: a maternidade! As mães são capazes de abrir mão e renunciar a várias coisas na vida, somente não conseguem renunciar a maternidade. Esta é inegociável!
Parabéns a todas as mães, avós, tias, madrinhas, sogras… que, de uma forma ou outra, são mães em nossas vidas!
Maria, Mãe de Jesus e da Igreja, nos ensine e conduza na vivência da maternidade segundo o coração de Deus!
As mães vivem um certo desconforto desde a gestação (enjoos, azia, inchaço). No parto com suas dores próprias, depois nos primeiros dias a adaptação e interpretação do choro do bebê, o sono, o cansaço. São situações reais que parecem eternas pela intensidade, mas, de repente, passam… E alguns meses depois, o padecimento é outro: voltar ao trabalho e deixar o filho, afinal ninguém vai saber cuidar do filho como a mãe. Doce ilusão!
Mais adiante, a entrada na escola. “Quem será o professor?”, “Será que vai acompanhar a aula?”, “O que vai comer no lanche?”, “Quem serão os colegas?” “E se alguém bater no meu filho?” Nós insistimos em viver a vida dos filhos e, com isso, “padecemos”, pois não temos o mesmo entendimento das crianças. E quando chega a adolescência? Nossa! Aí entra outra fase. Só mudam as preocupações, filho criado, trabalho dobrado…
Assista: "O maravilhoso dom da maternidade", com Emmir Nogueira
Mas e aquilo que plantamos na educação deles? Não valeu a pena? As mães de hoje são, na sua maioria, frutos da geração de transição do feminismo e do sexo, drogas e rock'n roll. Achar o equilíbrio não é fácil. Anterior a nós houve a geração de pais que acreditavam que a liberdade era a melhor opção de educação para os filhos vivendo o “é proibido proibir”.
Hoje já percebemos que os limites são necessários na formação de qualquer ser humano. E por isso, às vezes, dar um “não” ao filho chega a ser um padecimento, pois sabemos que ele(a) queria muito tal coisa ou tal situação, mas percebemos que não é o melhor naquele momento, e isso gera um certo desconforto no relacionamento entre mãe e filho(a).
Aí mais do que padecer é compadecer, é sofrer, pois apesar de estarmos conscientes da decisão tomada não gostamos de ver nosso(a) filho(a) triste. E mais uma vez, apesar de toda intensidade, veremos que isso também vai passar!
Assim como nós que, hoje, neste papel de mãe, reconhecemos e aceitamos a postura que as nossas mães tiveram conosco. E pensamos: “Elas estavam certas…” Olhando tudo isso parece que o ditado está certo… ser mãe é padecer no paraíso. Agora é preciso dizer que tudo isso vale a pena!
Veja bem: vale a pena e não valeu ou está valendo… ser mãe vale por toda a vida? A presença, a realização, as conquistas, as alegrias e as tristezas de um(a) filho(a) não têm preço. Este é o nosso paraíso: a maternidade! As mães são capazes de abrir mão e renunciar a várias coisas na vida, somente não conseguem renunciar a maternidade. Esta é inegociável!
Parabéns a todas as mães, avós, tias, madrinhas, sogras… que, de uma forma ou outra, são mães em nossas vidas!
Maria, Mãe de Jesus e da Igreja, nos ensine e conduza na vivência da maternidade segundo o coração de Deus!
Carla Astuti - Comunidade Canção Nova
A celebração vai ser presidida pelo cardeal Agostino Vallini, vigário do Papa para a Diocese de Roma e presidente da Obra Romana de Peregrinações. Ainda no domingo, a imagem peregrina vai ser transportada para a igreja de Santa Maria das Graças, próxima do Vaticano, onde permanecerá até ao dia 20 deste mês.
Segundo dados do Santuário de Fátima, mais de 29 mil italianos visitaram a Cova da Iria de forma organizada em 2011, um número apenas ultrapassado, quanto a estrangeiros, pelos espanhóis (33 821).
Durante a estadia da imagem em Roma estão previstas diversas catequeses e missas, presididas, entre outros, pelo arcebispo Rino Fisichella, que lidera o Conselho Pontifício para a Promoção da Nova Evangelização, ou os cardeais Christoph Schonborn e Giuseppe Bertello.
A jornada de domingo vai contar com a apresentação de um “concerto-meditação” com a recitação do rosário. Seguindo as indicações da Irmã Lúcia, a primeira imagem da Virgem Peregrina de Fátima foi coroada solenemente a 13 de maio de 1947.
“A fim de dar resposta aos imensos pedidos, foram, entretanto, feitas várias réplicas da primeira imagem peregrina”, informa o Santuário de Fátima na sua página na internet.
De acordo com o testemunho das três crianças conhecidas como Pastorinhos de Fátima (Lúcia, Francisco e Jacinta), confirmado pela Igreja Católica, ocorreram seis aparições da Virgem Maria na Cova da Iria e imediações (Distrito de Santarém, Diocese de Leiria-Fátima), uma em cada mês, entre maio e outubro de 1917. OC
Imagem peregrina de Nossa Senhora de Fátima visita Roma
A cidade de Roma, na Itália, recebe neste domingo, 13, a imagem de Nossa Senhora de Fátima. A imagem peregrina visita a Basílica de São João de Latrão para a oitava edição da jornada nacional do peregrino na Itália.A celebração vai ser presidida pelo cardeal Agostino Vallini, vigário do Papa para a Diocese de Roma e presidente da Obra Romana de Peregrinações. Ainda no domingo, a imagem peregrina vai ser transportada para a igreja de Santa Maria das Graças, próxima do Vaticano, onde permanecerá até ao dia 20 deste mês.
Segundo dados do Santuário de Fátima, mais de 29 mil italianos visitaram a Cova da Iria de forma organizada em 2011, um número apenas ultrapassado, quanto a estrangeiros, pelos espanhóis (33 821).
Durante a estadia da imagem em Roma estão previstas diversas catequeses e missas, presididas, entre outros, pelo arcebispo Rino Fisichella, que lidera o Conselho Pontifício para a Promoção da Nova Evangelização, ou os cardeais Christoph Schonborn e Giuseppe Bertello.
A jornada de domingo vai contar com a apresentação de um “concerto-meditação” com a recitação do rosário. Seguindo as indicações da Irmã Lúcia, a primeira imagem da Virgem Peregrina de Fátima foi coroada solenemente a 13 de maio de 1947.
“A fim de dar resposta aos imensos pedidos, foram, entretanto, feitas várias réplicas da primeira imagem peregrina”, informa o Santuário de Fátima na sua página na internet.
De acordo com o testemunho das três crianças conhecidas como Pastorinhos de Fátima (Lúcia, Francisco e Jacinta), confirmado pela Igreja Católica, ocorreram seis aparições da Virgem Maria na Cova da Iria e imediações (Distrito de Santarém, Diocese de Leiria-Fátima), uma em cada mês, entre maio e outubro de 1917. OC
terça-feira, 8 de maio de 2012
Acampamento de Pentecostes em Natal/RN
Nos próximos dias 19 e 20/05, em Natal, teremos o Acampamento de Oração – Pentecostes, com o tema “…e todos ficaram cheios do Espírito Santo!”. Na oportunidade teremos a presença de um dos principais pregradores da Renovação Carismática Católica do Brasil e no mundo: Ironi Spuldaro. Conheça um pouco mais de sua história e participe conosco do Acampamento de Oração. Para mais informações clique na imagem no final deste post.
Quem é Ironi Spuldaro:
Ironi
Spuldaro, nascido em 23 de Janeiro de 1966, na cidade de Chopinzinho
(PR), é filho de Ivo Spuldaro e Ladires Spuldaro. Casado desde 20 de
dezembro de 1986 com Rozicléia da Luz Spuldaro, Ironi é pai de dois
filhos: Lucas Francisco Spuldaro, 21 anos, e Gabriel Fernando Spuldaro,
com 15 anos. Reside na cidade de Guarapuava (PR) há 35 anos (Diocese
de Guarapuava).
Durante 17 anos trabalhou como
funcionário da Fundação Nossa Senhora de Belém, em Guarapuava (PR); nos
últimos sete anos, foi Diretor Geral de duas emissoras de rádio – AM
560 e FM 93,7 – pertencentes a esta fundação, as quais têm como
objetivo principal a evangelização. Também é membro do CAE (Comissão de
Ação Evangelizadora) da diocese de Guarapuava.
É membro do Conselho Diocesano, Estadual
e Nacional da RCC (Renovação Carismática Católica) movimento do qual
participo há 25 anos.
Spuldaro foi coordenador do Grupo de
Oração ‘Caminhando com Jesus e Maria’ durante 6 anos e coordenador da
Renovação Carismática Católica (RCC) na cidade de Guarapuava por 4
anos. Atuou também como coordenador da RCC na diocese de Guarapuava
durante 3 anos e 6 meses e coordenou o Ministério de comunicação da RCC
(PR) por 4 anos. Ironi também foi coordenador estadual da RCC(PR) por 4
anos e coordenou a comissão nacional de finanças da RCC(BR) junto a
CNBB sul II, de todos os movimentos do Estado do Paraná durante 2 anos.
Em Bethânia, Spuldaro foi coordenador
dos amigos e amigas, na cidade de Guarapuava, entidade que trabalha com
restauração de dependentes químicos. Nesta mesma cidade, foi
responsável pelo Grupo de Oração ‘Caminhando com Jesus e Maria’, grupo o
qual participa até hoje.
Ironi exerce o ministério de pregação em
todo o Brasil e em outros países como Argentina, Paraguai, Bolívia,
Estados Unidos da América, Itália, Japão, Inglaterra e Suíça.
Congresso em Roma reúne catequistas de toda Europa
Dos
dias 7 a 10 de maio, em Roma, o Conselho das Conferências Episcopais da
Europa (CCEE) promove o 12º Congresso Europeu para as Catequistas, com o
tema: “A iniciação cristã na perspectiva da nova evangelização, com
atenção especial às crianças e jovens de 7 a 16 anos”.
Participam
do congresso bispos e diretores nacionais dos organismos responsáveis
pela nova evangelização no ano em que se comemora o 20º aniversário da
publicação do Catecismo da Igreja Católica, o 50º aniversário de
abertura do Concílio Vaticano II e na perspectiva do Ano da Fé.
Na tarde dessa segunda-feira, 7, na abertura dos trabalhos, foram apresentados os resultados de uma pesquisa realizada com mais de 3.600 crianças e adolescentes de toda a Europa e que se encaixam na reflexão sobre o tema do congresso.
A família, os amigos, a escola e sua influência na iniciação cristã das
crianças, a comunidade cristã, seus membros e sua vida litúrgica, a
importância para a percurso pessoal das crianças na aproximação com
Deus, são alguns dos temas abordados na pesquisa.
Nesta
quarta-feira, 9, na Basílica de Santa Maria Maior, será celebrada uma
Missa pela Europa presidida pelo Arcebispo de Esztergom-Budapest
(Hungria) e Presidente da CCEE, Cardeal Peter Erdö.
Mensagem do Dia
terça-feira, 8 de maio de 2012
Vivamos em paz
A única coisa necessária na nossa vida é vivermos unidos a Jesus em
todos os momentos; isso nos basta. Ao longo do dia surgem muitas
situações que nos edificam profundamente e muitas que, se não ficarmos
atentos, roubam a nossa paz e nos deixam inquietos, perturbados, com o
humor alterado, e tantas outras consequências.
O Senhor nos assegura hoje na Sua Palavra: “Deixo-vos a paz, a minha
paz vos dou; mas não a dou como o mundo. Não se perturbe nem se intimide
o vosso coração” (Jo 14,27).
Quando percebermos que algo está nos inquietando, retomemos a nossa confiança no Senhor e rezemos: Jesus, cuida de mim.
Jesus, eu confio em Vós!
Escolha entre a paz do mundo e a paz de Jesus
Postado por: homilia
Chegou a hora do Príncipe da Paz partir
para o seio do Pai. Não querendo deixar Seus melhores amigos em
conflito, Jesus rompe o silêncio provocado pelo medo da solidão, o qual
foi provado pela Sua ausência. Ele se levanta e pronuncia as benditas
Palavras: “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; mas não a dou como o mundo. Não se perturbe nem se intimide o vosso coração” (Jo 14,27).
Trata-se aqui do discurso da despedida. O
Mestre sabia que havia chegado a hora de sair desse mundo. Por isso,
não queria partir sem dar calma, segurança, amparo, conforto, vitória,
enfim, garantia de vida plena.
O Senhor faz uma clara declaração da Sua
personalidade. Ele é, por natureza, o comunicador da paz. Sem dúvida,
não estamos às voltas com uma espécie de tranquilidade “intimista e
sentimental”, porque a Sua paz é muito mais do que isso.
A harmonia é um dom de Jesus para Seus
discípulos, em vista do testemunho a que são chamados a dar. Ela visa a
ação, por isso não se pode reduzi-la ao sentimento. A paz de Jesus tem
como efeito banir, do coração dos discípulos, todo e qualquer resquício
de perturbação ou de temor que leva ao imobilismo. Possuindo esse dom,
eles deveriam manter-se imperturbáveis, sem se deixar intimidar diante
das dificuldades.
Assim pensada, a paz de Cristo consiste
numa força divina, pois não deixa que os discípulos rompam a comunhão
com o Mestre. É Jesus quem está presente na vida dos discípulos,
sustentando-lhes na caminhada, sempre dispostos a seguir adiante com
alegria, rumo à casa do Pai, apesar das adversidades que deverão
enfrentar.
A paz do mundo é outra coisa, esta é
falsa e enganosa, coexistindo com a perturbação e o medo. Ela é a
ausência de discordâncias, questionamentos ou conflitos, vigorando a
submissão geral à ordem imposta pelo poder. Essa pacificação encontra-se
na fuga e na alienação dos problemas da vida. Leva o discípulo a cruzar
os braços, numa confiança ingênua em Deus, de Quem tudo espera sem
exigir colaboração. Nesse sentido, é uma paz que conduz à morte!
O discípulo sensato rejeita a
“tranquilidade” oferecida pelo mundo para acolher aquela que Jesus
oferece, pois eles sabem que só esta desfaz aquela oferecida pelos
homens.
A paz do Senhor é fruto da prática
fraterna, solidária, restauradora da vida e da dignidade dos homens e
mulheres. É o reencontro da vida em união com a vontade do Pai.
“Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou”.
Sim, Senhor Jesus, dê-nos a graça e a força para que, no nosso dia a
dia – a começar por hoje – tomemos posse da Sua paz, pois ela nos
tranquiliza a alma e nos faz “mais do que vencedores” em todas as
situações, porque o Senhor está sempre conosco.
Padre Bantu Mendonça
Assinar:
Postagens (Atom)