quinta-feira, 24 de março de 2011

Mensagem do Dia

 Quinta, 24 de Março de 2011

Você tem consciência da presença de Deus na sua vida?

Precisamos tomar consciência de que Deus sempre está conosco. Mesmo quando nos esquecemos da presença d’Ele, Ele continua conosco. Ele sempre está ao nosso lado, nós é que nem sempre estamos com e n’Ele. É como estar ao lado do melhor amigo e não estar nem aí para ele, a ponto de esquecê-lo e, por vezes, até ignorá-lo.
Talvez rezar, para você, seja um peso ou uma coisa antiquada. No entanto, orar é tomar consciência da presença de Deus em nossa vida. Você já parou para pensar nisso?
Como é agradável o encontro da criatura e do Criador. Poder derramar-se na presença do Senhor sem medo nem reserva, com uma profunda certeza no coração de que Ele nos acolhe e nos compreende sem nenhuma explicação ou restrição.
É tão simples: basta abrir o coração numa atitude de confiança, como as crianças que confiam piamente nos pais e se jogam nos braços deles sem receio.
Deus é fiel, não faça nada mais sozinho; faça tudo com Jesus e em Jesus.
Jesus, eu confio em Vós!


Homilia
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 "Faça-se em mim segundo a tua palavra"

Estamos celebrando hoje a Festa da Anunciação, dia em que veneramos o começo da vida de Jesus Cristo na terra. Verbo encarnado, no seio de Maria. Começa, exatamente aqui, um novo período da história da humanidade. Deus, na infinita bondade, quis despojar-se de Sua divindade e rebaixou-se a ponto de vir construir a Sua tenda entre nós e conosco! Mas isso só foi possível graças ao “Faça-se em mim segundo a tua palavra“, pronunciado pela Virgem Maria!
O Anjo havia dito a Maria: “Terás um filho. Ele chamar-se-á Jesus, o libertador“. Esta festividade é uma das mais antigas solenidades marianas da história da Igreja. Já era celebrada no Oriente, na metade do século V. E temos notícia de que no século VII se fazia a procissão da Quaresma, neste dia, para a Igreja de Santa Maria Maior. Essa festa quer levar-nos, a todos, ao Cristo Redentor, pelo “sim” dito de modo semelhante pela Santíssima Virgem Maria. Ora, no diálogo do Anjo, ele não fala somente das grandezas pessoais de Jesus; é o Salvador, é o Messias esperado, é o Rei eterno da humanidade regenerada, cuja maternidade se propõe ali a Maria.
Toda a obra redentora está ali dependendo do “faça-se” de Maria. E disso tem a Virgem plena consciência. Sabe o que Deus lhe propõe; consente no que Deus lhe pede, sem restrição nem condição; o seu “fiat [faça-se]” responde à amplidão das proposições divinas, estende-se a toda a obra redentora.
O “sim” de Maria foi tão fundamental, que mudou a face da terra. Pois, àquele diálogo de Nossa Senhora com o Anjo, certificada da sua virgindade, ela ousa responder: “Eis a escrava do Senhor; faça-se em mim, segundo a vossa palavra!”
Trata-se de uma resposta admirável de bondade, mas também de humildade e de prudência. Aqui, a Virgem Maria manifesta mais ainda do que a sua incomparável humildade e obediência, a grandeza da sua fé, fazendo-a entregar-se inteiramente à ação divina, sem questionar nem pretender penetrar no profundo mistério, ou pensar sequer nas consequências a que se arriscava. E você? Como tem respondido ao Senhor? Em que se tem baseado a sua resposta?
Por um “faça-se” apenas, o Verbo Divino se encarnou no seu seio puríssimo e virginal! É portanto, pelo seu “sim” que Deus se fez homem. E, desse modo, formou-se no seio puríssimo da Virgem Maria, por força do Espírito Santo, o Corpo de Cristo, unindo-se ao corpo a sua alma humana criada do nada e, consequentemente, a Divindade unindo-se ao Corpo e à alma de Deus humanado – Jesus Cristo – passa a receber de Maria sangue do seu sangue, carne da sua carne! Assim, a partir daí, Aquele que é Deus verdadeiro, tornou-se também verdadeiro Homem, num mistério chamado hipostático, e a bem-aventurada Virgem Maria tornou-se, na realidade, a Mãe verdadeira de Deus!
Meu irmão, minha irmã, veja que se observarmos na história do mundo e na história dos homens encontraremos dois “faça-se” ou “sim”. O primeiro, no ato da criação, o próprio Deus pronunciando: “faça-se” – e todas as coisas aparecerem do nada! E no final a Bíblia afirmar que Deus viu que todas as coisas eram boas!
O segundo “faça-se” é o de Maria: uma resposta obediente, belíssima! Com o primeiro, Deus tirou do nada o Universo com a sua perfeição e ordem: “Os céus proclamam a glória de Deus e o firmamento a obra das suas mãos” (Sl 18,1).
Com o segundo – o de Maria – “o Verbo se fez carne e habitou entre nós” (Jo1,14), num mistério de duas naturezas em uma e mesma pessoa!
Quero lembrá-lo de que o seu “sim” ou “faça-se” pode transformar vidas, libertar as pessoas dos vícios, das drogas, da prostituição, do álcool, do adultério, da ganância, dos roubos; pode curar os doentes e ressuscitar os mortos. Pode introduzir os seus na Nova Terra e Novo Céu.
Assim como nossa Mãe, Maria, nós somos chamados para levar a Boa Nova a todas as pessoas do mundo, para irradiar nelas o amor que Jesus nos proporciona junto com nossa Mãe. Neste mistério aprendamos com a Santíssima Virgem o espírito de serviço para com o próximo. Com o exemplo dela e reconhecendo a humildade de Maria no Magnificat, prometamos que seremos humildes e caridosos para com o nosso próximo. Ainda mais quando demos nosso “faça-se”, nosso “sim”, ao chamado especial de Cristo, como afirma João Paulo II.
Nesta Solenidade, aprendamos com Maria a virtude da humildade, e que ela nos ajude a sermos simples, humildes e generosos de coração como ela o foi, para que transmitamos sempre com alegria a Palavra de Deus. Nossa Senhora nos ensina também a nos colocarmos sempre a serviço do Senhor.
Peçamos ao Senhor que nos ajude a sermos caridosos e solidários para com o próximo, principalmente com os mais necessitados, e que ao reconhecermos a presença deles entre nós, saibamos dizer sempre “sim”, como o fez Maria para a vontade do Altíssimo.
Padre Bantu Mendonça
Fonte: Blog do Padre Bantu

 Mensagem do Dia 

Quarta, 23 de Março de 2011

 Celebremos hoje a misericórdia de Deus

Celebremos hoje a misericórdia de Deus Às vezes, caminhamos de um lado para o outro, em busca de alguma coisa que nem sabemos o que é; em muitos momentos sentimos saudade ou algo parecido, mas também não conseguimos traduzir em palavras o que se passa em nosso interior. Esse sentimento tem um nome: saudade de Deus.
Cada dia que o Senhor nos concede é para que caminhemos ao Seu encontro e nos deixemos alcançar pela Sua misericórdia. Hoje, não pode ser mais um dia na nossa vida. Abramos, hoje, o nosso coração e deixemos Jesus entrar e pôr a nossa vida em ordem. É interessante que o Senhor não cansa de bater à porta do nosso coração, porque quer conviver conosco; quer encontrar espaço na nossa vida, nos nossos sonhos, nos nossos projetos e nos ensinar como devemos caminhar. Deixemos Deus ser Deus na nossa vida; tratando-O como um Deus que tudo pode, tudo realiza e não se deixa vencer em misericórdia.
Uma gota da graça de Deus é bastante para transformar toda a nossa vida, como Jesus transformou Levi, que até então era um ladrão, no evangelista Mateus, um grande apóstolo, apaixonado pelo Senhor. De pecador para santo, basta a graça de Deus.
Fiquemos hoje atentos à voz do Senhor, que nos chama pelo nome, e ao escutarmos a Sua voz, vamos dar-Lhe uma resposta definitiva: Senhor, eis-me aqui.
“Naquele tempo, Jesus viu um homem chamado Levi, sentado na coletoria de impostos, e disse-lhe: Segue-me! Ele se levantou e seguiu Jesus” (Mt 9,9).
Jesus, eu confio em Vós!

quarta-feira, 23 de março de 2011


XI Congresso Estadual da RCC do Rio Grande do Norte


Mais informações ligue 3314-1501
Inscrição antecipada no escritório da RCC Mossoró.


Conheça o significado da quaresma

Chama-se Quaresma os 40 dias de jejum e penitência que precedem à festa da Páscoa. Essa preparação existe desde o tempo dos Apóstolos, que limitaram sua duração a 40 dias , em memória do jejum de Jesus Cristo no deserto. Durante esse tempo a Igreja veste seus ministros com paramentos de cor roxa e suprime os cânticos de alegria: O "Glória", o "Aleluia" e o "Te Deum". Na Quaresma, que começa na quarta-feira de cinzas e termina na quarta-feira da Semana Santa, os católicos realizam a preparação para a Páscoa. O período é reservado para a reflexão, a conversão espiritual. Ou seja, o católico deve se aproximar de Deus visando o crescimento espiritual. Nesse tempo santo, a Igreja católica propõe, por meio do Evangelho proclamado na quarta-feira de cinzas, três grandes linhas de ação: a oração,...

Palavra de Deus produz transformação que leva à santidade, diz Papa

Bento XVI: ''A nova evangelização tem necessidade de apóstolos bem preparados, zelosos e corajosos''
O Papa Bento XVI falou sobre o italiano São Lourenço de Brindes, frade capuchinho e Doutor da Igreja, na Catequese desta quarta-feira, 23.

O Pontífice destacou que toda a atividade apostólica de São Lourenço foi inspirada por um grande amor pela Sagrada Escritura, "pela convicção de que a escuta e o acolhimento da Palavra de Deus produz uma transformação interior que nos conduz à santidade", afirmou.

"São Lourenço de Brindes ensina-nos a amar a Sagrada Escritura, a crescer na familiaridade com ela, a cultivar cotidianamente o relacionamento de amizade com o Senhor na oração, para que toda a nossa ação, toda a nossa atividade tenha n'Ele o seu início e a sua realização. É essa a fonte a se buscar, a fim de que o nosso testemunho cristão seja luminoso e capaz de conduzir os homens do nosso tempo a Deus", ressaltou.

.: NA ÍNTEGRA: Catequese de Bento XVI sobre São Lourenço de Brindes

Bento XVI destacou que os Capuchinhos e outras Ordens religiosas contribuíram para a renovação da vida cristã nos séculos XVI e XVII. "Também hoje a nova evangelização tem necessidade de apóstolos bem preparados, zelosos e corajosos, para que a luz e a beleza do Evangelho prevaleçam sobre as orientações culturais do relativismo ético e da indiferença religiosa e transformem os diversos modos de pensar e de agir em um autêntico humanismo cristão", indicou.

Em meio a todos os trabalhos que desempenhava em sua Congregação, São Lourenço cultivava uma vida espiritual de grande fervor, especialmente na celebração da Santa Missa. Nesse ponto, o Santo Padre fez menção especial aos sacerdotes: "Na escola dos santos, todo o presbítero, como tantas vezes foi sublinhado durante o recente Ano Sacerdotal, pode evitar o perigo do ativismo, isto é, de agir esquecendo as motivações profundas do ministério, somente se busca cuidar da sua vida interior".

A vida de São Lourenço também oferece um exemplo no que concerne ao diálogo ecumênico e inter-religioso. O santo era grande conhecedor da literatura rabínica e era capaz de explicar de modo exemplar a doutrina católica também aos cristãos que, sobretudo na Alemanha, haviam aderido à Reforma.

"O sucesso de que Lourenço gozava nos ajuda a compreender que também hoje, ao levar adiante com tanta esperança o diálogo ecumênico, a relação com a Sagrada Escritura, lida na Tradição da Igreja, constitui um elemento irrenunciável e de fundamental importância, como desejei recordar na Exortação Apostólica (n. 46)", afirmou o Papa.

São Lourenço também teve atuação marcante na busca pela paz, desempenhando missões diplomáticas para dirimir controvérsias e favorecer a concórdia entre os Estados Europeus, ameaçados naquele tempo pelo Império Otomano. "A autoridade moral de que gozava o tornava conselheiro procurado e escutado. Hoje, como nos tempos de São Lourenço, o mundo tem necessidade de paz, tem necessidade de homens e mulheres pacíficos e pacificadores. Todos aqueles que creem em Deus devem ser sempre fontes e agentes de paz".

Maria e o Espírito Santo foram temas contemplados pelos estudos e meditações deste Doutor da Igreja, que colocou em evidência o papel único da Virgem Maria, sobre a qual afirma com clareza a Imaculada Conceição e sua cooperação na obra de redenção realizada por Cristo

"Com fina sensibilidade teológica, Lourenço de Brindes evidenciou também a ação do Espírito Santo na existência do fiel. Ele recorda-nos que, com os seus dons, a Terceira Pessoa da Santíssima Trindade ilumina e ajuda o nosso compromisso de viver alegremente a mensagem do Evangelho", apontou o Bispo de Roma.


São Lourenço de Brindes

Nasceu em 1559, em Brindes, na Itália. Viveu entre dois séculos, o XVI e o XVII. Ficou órfão de pai aos sete anos, quando foi confiado pela mãe aos cuidados dos frades Conventuais da sua cidade. "Alguns anos depois, no entanto, transferiu-se com a mãe para Veneza, e exatamente em Vêneto conheceu os capuchinhos", explica Bento XVI. Em 1575, Lourenço, com a profissão religiosa, torna-se frade capuchinho, e, em 1582, foi ordenado sacerdote.

Tinha grande facilidade no aprendizado de línguas, razão pela qual pôde desenvolver um intenso apostolado junto a diversas categorias de pessoas. No interior da Ordem dos Capuchinhos, foi professor de teologia, mestre de noviços, diversas vezes ministro provincial e definidor geral, e, enfim, ministro geral de 1602 a 1605.

Foi encarregado de diversas missões diplomáticas, numa das quais concluiu a sua vida terrena, em 1619, em Lisboa, para onde havia se dirigido junto ao rei da Espanha, Filipe III, para defender a causa dos súditos napolitanos perseguidos pelas autoridades locais. Foi canonizado em 1881 e, por motivo de sua vigorosa e intensa atividade, da sua ciência vasta e harmoniosa, mereceu o título de Doctor apostolicus, “Doutor apostólico”, da parte do Beato Papa João XXIII, em 1959, por ocasião do quarto centenário de seu nascimento.

A audiência

O encontro do Bispo de Roma com os cerca de 10 mil fiéis reunidos na Praça de São Pedro aconteceu às 6h30 (horário de Brasília - 10h30 em Roma). O Papa continua uma breve série de encontros para completar a apresentação dos Doutores da Igreja, no contexto de Catequeses dedicadas aos padres da Igreja e grandes figuras de teólogos e mulheres da Idade média.

Na saudação aos fiéis de língua portuguesa, o Papa salientou:

"a todos saúdo e dou as boas-vindas a esta Audiência! São Lourenço de Brindes nos ensina como a familiaridade com a Bíblia e a oração são essenciais para que todas as nossas ações tenham o seu início e cumprimento em Deus. Possa este ser o fundamento do vosso testemunho cristão no mundo de hoje. Que Deus vos abençoe!".


Moções Profética

O Princípio da Verdade
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Diversas profecias e confirmação na Palavra nos falam sobre a verdade. Recebemos do Senhor uma palavra de exortação: “Deixai de lado toda dissimulação, mentira, duplicidade, sede verdadeiros uns com os outros e consigo mesmos, analisando vossas intenções, e sede também verdadeiros diante de mim.” A confirmação veio na Palavra: "Salvai-nos, Senhor, pois desaparecem os homens piedosos, e a lealdade se extingue entre os homens. Uns não têm para com os outros senão palavras mentirosas; adulação na boca, duplicidade no coração" (Salmo 11, 1-3).
Outra exortação dizia: “Vós sois o povo que escolhi para este tempo, Eu vos separei e caminho diante de vós. Meus filhos, precisai estar preparados, que seja expulso do meio de vós todo pecado, toda falta de bom testemunho. Expulsai todo pecado, toda mentira, toda dissimulação de vossas vidas. Fazei um exame de consciência e retirai de vossas vidas o pecado, por menor que seja. Eu quero fazer obra nova, mas preciso que purifiqueis vossas vidas”. A confirmação veio na passagem de Ageu 1, 3 – 7, no qual o Senhor pede: “Prestai atenção ao vosso viver”.
Dentro do princípio da verdade, recebemos também uma palavra em Apocalipse 3,18: “Aconselho-te que compres de mim um colírio para ungir os olhos para que possas ver claro”. A moção é a de olhar com os olhos do Espírito da Verdade onde está o desajuste, o excesso, a ilusão na nossa vida. A área da nossa vida que é vivida na ilusão é mentira. O nosso encontro com Jesus, que é a Verdade, deve se refletir em toda nossa vida, no nosso relacionamento com Deus, conosco mesmos, com os outros, no nosso modo de ver o mundo e de reagir aos acontecimentos.
Recebemos outra palavra de exortação com respeito à verdade: “A decisão firme que quero de vós é a de mudança de vida, de conversão. A maturidade vem de uma alma íntegra. Eu vos peço compromisso com a verdade. Ide ao fundo e arrancai de vossos corações todo o mal. Não tereis autoridade se não vos converterdes até nas pequenas coisas”.
Maria Beatriz Spier Vargas
Secretária-geral do Conselho Nacional da RCCBRASIL

segunda-feira, 21 de março de 2011

Mensagem do Dia

Segunda, 21 de Março de 2011
Como gostaríamos de ser tratados?
Todos nós temos um jeito de ser único e precisamos nos valorizar e valorizar cada irmão. Quando nos dispomos a acolher a acolher as pessoas como elas são e não como gostaríamos que fossem, estamos usando de misericórdia, como Deus usa de misericórdia para conosco.
Hoje a palavra de ordem do Senhor para cada um de nós é: “Sede misericordiosos, como também vosso Pai é misericordioso” (Lc 6,36).
A cada atitude nossa, devemos parar e pensar: “Eu gostaria que fizessem assim comigo?” Façamos o exercício de nos colocarmos sempre no lugar do outro, antes de fazermos qualquer coisa, com base nesta regra de ouro bíblica: “Tudo o que quereis que os homens vos façam, fazei-o vós a eles” (Mt 7,12).
Senhor, ensina-nos a sermos misericordiosos como Tu és misericordioso.
Jesus, eu confio em Vós!

Missa de Cura e Libertação
  •  Imagem de Jesus Misericordioso
  • Curados e libertos em Cristo.
  • Com fé e confiantes digamos,  "Jesus eu confio em vós!"
  • Obs: A Missa da Cura acontecerá na última quarta-feira de cada mês.

     Participe!    


MINISTÉRIO DE MÚSICA E ARTES

Retiro para os coordenadores do ministério de música 
e artes
Dias 26 e 27 de março,
Local ainda não definido.
Mais informações ligar para 8834-4729.
fonte de pesquisa RCC Mossoró


 Homilia 

A misericórdia como bem-aventurança, profecia e terapia

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Postado por: homilia


No imenso tesouro do Evangelho, estão os gestos da misericórdia. Eles são como uma gema preciosa: sólida e delicada ao mesmo tempo; verdadeira e transparente na sua simplicidade; brilhante pela vida e alegria difundida. Compaixão, compreensão, solidariedade, ternura e perdão são como seus ângulos de polimento, por onde se reflete – em raios coloridos e acessíveis – o amor regenerador de Deus.
Para mim neste tempo da Quaresma, a misericórdia de Deus se traduz em resgate, cura, abrigo, libertação, sustento, proteção, acolhida, generosidade e salvação – tão marcantes na caminhada do Povo de Deus. No decorrer dos séculos, a comunidade cristã tem atualizado essa experiência em novos contextos, lugares e relacionamentos. A liturgia a celebra; a prece a invoca; a pregação a proclama; os místicos a enfatizam; o magistério a propõe; as obras a cumprem.
Antiga e sempre nova, a misericórdia de Deus se pode entender em outras palavras sob três pontos: bem-aventurança, profecia e terapia. Como bem-aventurança, a misericórdia aproxima o Reino de Deus das pessoas e as pessoas do Reino de Deus. É prática que dignifica o ser humano: tanto para quem a dá, quanto para quem a recebe. Está repleta de gratuidade e alegria, como disse Jesus: “Felizes os misericordiosos, pois alcançarão misericórdia” (Mt 5,7). As obras de misericórdia são também profecias da justiça do Reino, que supera toda fronteira de raça, credo ou ideologia: diante da humanidade ferida e carente, somos servidores da vida e da esperança, dentro e fora da Igreja, para crentes e não-crentes, afim de que “todos tenham vida e vida em plenitude” (cf. Jo 10,10).
Jesus nos indicou o exemplo do bom samaritano para mostrar a todos que a misericórdia não aceita fronteiras! Enfim, a misericórdia é também terapia: compaixão que restaura, toque que regenera e cuidado que aquece. As obras de misericórdia têm eficácia curadora: socorrem nossa humanidade ferida pelo pecado e pelo desamor, restaurando em nós a imagem do Cristo glorioso, para que Suas feições resplandeçam em nossa face, na face da Igreja, na face de toda a humanidade redimida.
Se a compaixão é um sentir que nos comove na direção do próximo, a misericórdia se caracteriza como gesto que realiza este sentir solidário. Na compaixão temos um sentimento que mobiliza; na misericórdia temos o exercício deste sentimento. Daí os verbos: cumprir, mostrar, fazer e agir – que expressam a eficácia do amor misericordioso humano e, sobretudo, divino (cf. Êx 20,6; Sl 85,8; Lc 1,72 e 10,37). A misericórdia tem caráter operativo: é amor em exercício de salvação. Se o amor é a qualidade essencial de Deus; a misericórdia é este mesmo amor exercitado para com a criatura humana, revelando a qualidade ativa do Todo-poderoso. Assim, a misericórdia se mostra muito mais na experiência do dia a dia do que na conceituação teológica, catequética ou espiritual. E ainda que tal experiência se revista de beleza, o lar da misericórdia não é o discurso nem explicações, porque as crianças abandonadas, os andarilhos e os excluídos da sociedade não comem explicações. O lar da misericórdia é a solidariedade. Seu órgão vital é o coração e as mãos: erguem o caído, curam o ferido, abraçam o peregrino, alimentam o faminto.
A misericórdia que Deus exige de você e de mim não é outra senão a evangélica, que consiste em 14 obras: 7 corporais: dar de comer a quem tem fome, dar de beber a quem tem sede, acolher o forasteiro, vestir quem está nu, visitar os doentes e assistir aos prisioneiros e sepultar dignamente os mortos. Sete obras, centradas na exortação “cada vez que o fizestes a um desses meus irmãos mais pequeninos, a mim o fizestes” (25,40). E 7 espirituais: dar bom conselho a quem necessita, ensinar os ignorantes, corrigir os que erram, consolar os aflitos, perdoar as ofensas, suportar com paciência as fraquezas do próximo, rogar a Deus pelos vivos e mortos.
Obras de misericórdia corporais: dar de comer ao faminto, dar de beber ao sedento, vestir os maltrapilhos, abrigar os peregrinos, cuidar dos enfermos, visitar os encarcerados,
Meu irmão, minha irmã, em Emaús e à beira do lago da Galileia, Jesus toma o pão, o abençoa e o reparte: os discípulos O reconhecem, por causa de seu tato característico (cf. Lc 24,30; Jo 21,12-13). Que gestos você tem feito para que as pessoas o reconheçam como discípulo de Jesus? Saiba que os gestos alimentam, curam e restauram! Eles são toques da misericórdia de Deus.
Pai, dispõe meu coração para a prática da misericórdia a partir dos pequenos gestos, pois este é o caminho pelo qual estabeleço minha comunhão Contigo.
Padre Bantu Mendonça
Fonte: Blog do Padre Bantu

    domingo, 20 de março de 2011

    Mensagem do Dia


    Por que São José fala tão pouco!?
    Na verdade, a narração dos Evangelhos não permite que imaginemos José explicando sua fé ou ações. Entretanto, como tudo na Bíblia é tão inspirado, não é difícil entender que o Espírito Santo nos mostra esse grande homem de Deus ciente de que as palavras estão sujeitas a mal-entendidos; ele sabe que suas ações gritam por sua fidelidade a Deus e seu amor a Maria; não precisa justificar-se, pois é Deus quem o faz.
    Em poucas palavras – para nos parecermos com ele – José não fala para que também aprendamos a falar menos; para que não sejamos quem fala, mas quem faz.
    As pessoas vazias são, normalmente, muito barulhentas; quanto mais vazias, mais falantes.
    Valei-me São José!
    Medite sobre isso, por favor!
    Agora vamos rezar juntos? Clique no blog.cancaonova.com/ricardosa.
    Este conteúdo também pode ser acessado no iPhone
    Com carinho e orações,


    Seu irmão,
    Ricardo Sá
      


    Brasileiros participam de Colóquio promovido pelo ICCRS
    Encontro acontece em Roma
    Reunidas em Roma desde quinta-feira (17), lideranças carismáticas de 44 países participam de Colóquio promovido pelo Serviço Internacional da Renovação Carismática Católica, ICCRS. O Brasil está representado por uma delegação formada pelo presidente do Conselho Nacional, Marcos Volcan; pela secretária-geral do Conselho, Maria Beatriz Spier Vargas; pelo coordenador estadual da RCC de São Paulo, Rogério Soares; pelo membro do Conselho Nacional, Reinaldo Beserra dos Reis e pelo coordenador da RCC na diocese de Santos, Marcos Antônio dos Santos.
    O encontro, que vai até o próximo domingo, trata sobre um dos principais temas da RCC: o Batismo no Espírito Santo. A expectativa é que ao final dos trabalhos, as reflexões sejam reunidas e organizadas em um material para ser publicado pela Renovação Carismática de todo o mundo. 
    Logo após o Colóquio, Marcos e Beatriz permanecem em Roma para uma Reunião do ICCRS. Um dos assuntos da pauta desta reunião é o Encontro Mundial de Jovens que acontecerá no Brasil, em 2012.
    Colóquio no Twitter
    Quem se interessar, pode acompanhar o andamento das atividades do Colóquio seguindo o Twitter da presidência da RCCBRASIL: @marcosvolcan. A ferramenta tem sido usada para divulgar informações de cunho institucional e que dizem respeito à vida do Movimento.
    Congressos Estaduais: unidade e comunhão
     http://lh4.ggpht.com/getuliocamargo/SLVQFvK4vMI/AAAAAAAACWs/sphYDch2W9c/IMG_7491.JPG
    Para lançarmos as redes, precisamos estar com elas em ordem. Por isso, os Congressos Estaduais propõem neste ano um momento de formação e espiritualidade fortes para uma vivência cada vez maior da nossa unidade como Movimento eclesial.
    O formato dos encontros neste ano será diferente do costume: serão, ao total, três dias de retiro, com a presença da equipe nacional. O primeiro deles será voltado para as lideranças da RCC local, com formação específica para coordenadores e ministérios. Já os demais dias serão voltados para os servos e membros do Movimento.
    A intenção é que a Renovação Carismática ddo Brasil ande de acordo com as mesmas moções e direcionamentos, já que estes serão partilhados durante as pregações e momentos de oração.
    Por causa da realização dos Congressos estaduais neste formato, no ano de 2011 não será realizado o Congresso Nacional. Dessa maneira, mais pessoas poderão ter contato com a equipe nacional e participar de um momento de forte espiritualidade e formação.
    O primeiro encontro neste formato já foi realizado em Pernambuco, em janeiro, para mais de duas mil pessoas. Em abril, será a vez do Distrito Federal, do Rio Grande do Norte e de Goiás realizarem os seus Congressos. Fique atento e participe!
    Veja mais sobre os Congressos Estaduais em nossa agenda.

    Retiro de Quaresma - reflexões da 2ª semana
    II SEMANA DA QUARESMA
    Tema: Consertando as redes – Princípio do Bem
    Depois de ter nos apropriado de conceitos que nos levaram a mergulhar no principio de nossa identidade de “filhos de Deus”, nesta semana somos impulsionados pelo Espírito Santo na dimensão do princípio do bem. De maneira muito simples, porém, profunda queremos consertar as redes de nossa vida no que diz respeito “prática do bem”.   Podemos dizer “consertar as redes”, porque a passagem que esta sendo rhema neste tempo (Lucas 5,5), nos leva a refletir onde nossas redes precisam ser consertadas. Neste sentido compreendemos que Jesus está nos pedindo para pescar. Como a rede é instrumento de pesca, vamos consertá-la para pescar, mesmo onde parece não haver peixe. Se acreditarmos firmemente que nesta palavra, podemos experimentar coisas maravilhosas, mesmo se anteriormente já tenhamos tentado e nada pescado.
    Domingo
    Hoje é o segundo domingo da quaresma, a liturgia da Igreja nos convida a refletir sobre a “transfiguração”(Mt 17,1-9). É interessante percebermos que em outras passagens do Evangelho sempre há várias pessoas em volta de Jesus. Se observarmos na passagem de Lucas 5,1ss, o povo se comprimia para ouvir a Palavra; no sermão da montanha (Mt 5), relata-se que Jesus vendo a multidão, subiu a montanha, sentou-se e seus discípulos aproximaram dela. Na sequência, em Mt 8, afirma-se que, tendo Jesus descido a montanha, uma multidão o seguia. No mesmo capítulo, no versículo dezoito, vemos que, “no meio de grande multidão”, ordenou que O levassem para outra margem.
    Enfim, podemos perceber que na passagem da transfiguração não temos uma multidão, nem doze, mas apenas três: Pedro, Tiago e João. Podemos perceber que no decorrer de nossa caminhada muitos são aqueles que vão seguindo Jesus. Se você lembrar da época de nosso primeiro encontro com Jesus, quantos estavam conosco? Também percebemos que no decorrer de nossa caminhada, vamos nos comprometendo com o Senhor, e não são muitos os que perseveram. Tomando por base a transfiguração, não é que os outros discípulos não perseveraram, mas sim que Jesus escolhe três para subir a montanha e vê-lo transfigurado. Talvez hoje, dos muitos que iniciaram a caminhada, você seja como um dos três que foi escolhido por Jesus para viver este momento especial com Ele. Aos três, Pedro, Tiago e João, foi concedida a graça de ver Jesus se transfigurando, de certa maneira, experimentaram a graça da glória, e eles foram preparados para o momento de calvário que Jesus iria passar.
    Percebamos que ao ouvirem a voz de Deus dizendo “Este é meu filho muito amado, no qual pus todo meu agrado”, eles caem com rosto por terra. Reconhecem a glória de Deus, sabem então que estão diante do Senhor. Mas preste atenção a um detalhe importante: “Jesus se aproxima, toca neles e diz : ‘Levantai-vos e não tenhais medo’”.
    Vamos nos apropriar deste Evangelho, que é o anuncio forte da boa nova para nós, deixemos que essas palavras possam trazer para nossas vidas a glória de Deus. Somos escolhidos porque estamos diante deste Evangelho, a transfiguração pode acontecer conosco também. Certamente se experimentarmos essa Glória, jamais vamos abandonar o Senhor. Esta é graça dada aqueles que estão a caminho, que são mais próximos de Jesus, que receberam de Jesus um chamado especial e acolheram.
    Realmente Jesus se revela de maneira muito forte aos três, porque até diz “não conteis isso a ninguém até que o Filho do Homem tenha ressuscitado dos mortos”. Percebam, se Deus diz em primeiro momento “este é meu Filho muito amado” e agora Jesus diz “não contem até que o Filho do homem tenha ressuscitado dos mortos”, é sinal de que aos três foi revelado o que haveria de acontecer com Jesus. A glória de Deus em nossa vida revela os sinais de Deus. Hoje, baseando-se neste Evangelho, deixamos a glória de Deus entrar em nossa história, sem ter medo de colocar o nosso rosto por terra diante da realeza de nosso Deus. Façamos louvores a Deus por estarmos perseverando na caminhada, porque Ele se aproximou de nós e nos tocou. Porque sua palavra nos ordena para “levantar e não termos medo”. Se por ventura há medo te rondando diante do que é vontade de Deus para você, apresente-os a Jesus e deixe que Ele nos sustente com sua força.
    Segunda-feira
    Temos a oportunidade de rever nossa vida, apoiados no que Deus tem falado para nós. De maneira especial nesta semana sobre a prática do bem. Se puxarmos em nossa memória os direcionamentos dados, percebemos que na vocação de viver a vida no Espírito, nos abrimos para vivência da prática do bem.
    Quando pensamos em praticar o bem, precisamos muito do auxílio do Espírito Santo, pois sofremos com tantas situações de maldade, violência, mentiras, tribulações, e muitas vezes ficamos condicionados às reclamações e até somos conduzidos a algumas práticas que não condizem com o bem.
    Temos uma passagem bíblica que está nos motivando à reflexão. É do Salmo 36: “Espera no Senhor e faze o bem; habitarás a terra em plena segurança” (v. 3). Neste versículo,  vamos apresentar ao Senhor as situações que nós estamos esperando nele, pois a palavra diz “espere no Senhor, faze o bem”. Se porventura a espera está sendo difícil e nós estamos esquecendo da prática do bem, vamos reiniciar um compromisso com o Senhor de procurar fazer o bem.
    “Os justos o Senhor sustenta. O Senhor vela pela vida do justo, não será confundido no tempo da desgraça e nos dias de fome será saciado” (v. 18-19). Sabemos que a Palavra de Deus é verdade, nela depositamos nossa confiança. Nestes versículos, o Senhor nos lembra que Ele sustenta os justos, vela por sua vida, não confunde no tempo da desgraça. É momento oportuno para pedir perdão ao Senhor por todas as vezes que nos momentos de provação, de tribulações deixamos a murmuração, o desânimo e o julgamento dominarem nossas ações.
    “Ainda que caia não ficará prostrado, porque o Senhor o sustenta pela mão” (v. 24). Diante dessas palavras, podemos lembrar todas as vezes que o Senhor nos levantou, todas as vezes que a bondade de Deus inundou nossa vida de força, de coragem. Quando olhamos para o trecho que diz o “Senhor sustenta pela mão”, nos sentimos amparados, pois a mão poderosa de Deus nos sustenta. Vamos orar, segurando na mão poderosa de Deus, pedindo que Ele nos conduza sempre pelo caminho do bem, nos ensinando a praticar o bem, sobretudo impulsionando-nos a caminhar com segurança.
    “Vem do Senhor a salvação dos justos, que é seu refúgio no tempo da provação. O Senhor os ajuda e liberta; arranca-os dos ímpios e os salva, porque se refugiam nele” (v. 39-40). Segundo o texto, portanto, fazer o bem nos alcança o favor de Deus.
    Depois de ter rezado com esses versículos podemos repetir aquele que mais nos chamou a atenção. Encerramos esse dialogo com a Palavra de Deus com um louvor.
    Terça feira
    Queremos nos apoiar no que diz o catecismo da Igreja Católica no nº 1723: “A bem-aventurança convida-nos a purificar nosso coração de seus maus instintos e procurar o amor de Deus acima da tudo. Ensina que a verdadeira felicidade não está nas riquezas ou no bem-estar, nem na glória humana ou no poder, nem em qualquer outra obra humana por mais útil que seja, como as ciências, a técnica e as artes, nem em outra criatura qualquer, mas apenas em Deus, fonte de todo bem e de todo amor”. O convite que nos é feito pela Igreja é “purificar nosso coração”, e é interessante perceber que já aponta o que deve ser purificado em nós: “os maus instintos”. Este tempo é propicio para isso. Diante do amor de Deus, vamos mergulhar nosso coração, sem reservas, para que tudo o que temos guardado no sentido de sentimentos, de preocupações, de insatisfações, de descontentamentos, de inquietações, possa ser purificado.
    Deus respeita sempre nossa decisão, Ele aguarda nossa escolha. Portanto, como sabemos que Deus nos criou para ser amor e nos realizarmos no amor, vamos, no dia de hoje, mais uma vez, decidir pelo “amor”, deixando que todas as raízes do amor cresçam em nós. Sintamos o amor de Deus lavando nosso coração, nossos sentimentos, nossa mente, nossos pensamentos, uma ótima oportunidade para deixar que nossas inclinações para o mal sejam lavadas em nós.
    Apoiados no que nos ensina o Catecismo da Igreja Católica e na passagem de Filipenses 4, 8, vamos rezar: “Além disso, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é nobre, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, tudo o que é virtuoso e louvável, eis o que deve ocupar vossos pensamentos”. Por um lado, mergulhamos nosso coração no amor de Deus para limpar os maus instintos, e agora, com a Palavra de Deus, oramos clamando que este versículo de Paulo aos Filipenses aconteça em nossas ações.
    Quando deixamos os maus instintos, nos abrimos para o que é bom. São Gregório nos ensina: “O objetivo da vida virtuosa é tornar-se semelhante a Deus”.
    Quarta-feira
    O tempo da quaresma é tempo de Penitência, de conversão. Como estamos refletindo sobre a prática do bem, é importante perceber que, ao reconhecer em nós o que não está de acordo com o bem, significa que podemos estar apoiados no que é mal. Num aspecto bem prático, o que nos auxilia neste caminho de conversão é justamente reconhecer onde podemos melhorar. Acontece que muitas vezes até sabemos o que precisa ser melhorado em nós, mas encontramos dificuldades por causa de nossas próprias fraquezas. Como já é de nosso conhecimento, nossa Igreja nos presenteia com o sacramento da reconciliação. Que tal aproveitarmos este tempo para buscar neste sacramento a graça da reconciliação: consigo mesmo, com Deus e com os irmãos?
    Por falar em sacramento da reconciliação, o Catecismo da Igreja Católica nos lembra o sentido da penitencia que recebemos no momento da confissão. Gostaria de partilhar com você, para que juntos possamos nos apropriar melhor de todas essas graças que podemos receber. Diz assim: “A penitencia pode consistir na oração, numa oferta, em obras de misericórdia, no serviço do próximo, em privações voluntárias, sacrifícios e principalmente na aceitação paciente da cruz que temos para carregar. Essas penitências nos ajudam a configurar-nos com Cristo que, sozinho, expiou nossos pecados uma vez por todas” (CEC 1460).
    Que graça, meus irmãos, podemos receber: além de sermos perdoados pelos pecados, para vencer nossas fraquezas, temos a oportunidade de nos penitenciarmos. O propósito de Deus para nós nesta semana é crescermos na prática do bem, continuamos orando pedindo a ação do Espírito Santo em nossa vida, ensinando-nos a viver o evangelho, modelando nossas ações para o bem. Aproveite também para realizar neste tempo uma boa confissão.
    Quinta-feira
    O Catecismo da Igreja Católica diz, no número 1704: “A pessoa participa da luz e da força do Espírito divino. Pela razão é capaz de compreender a ordem das coisas estabelecida pelo Criador. Por sua vontade, ela é capaz de ir ao encontro de seu verdadeiro bem. Encontra sua perfeição na busca e no amor da verdade e do bem”.
    Através da graça do Espírito Santo somos iluminados para compreender a ordem de tudo que é criado por Deus. Neste dia, podemos perceber que tudo que Deus criou para nós é um dom Dele para nossa vida. Quando esta verdade penetra nosso ser, passamos a nos relacionar melhor com todas as coisas, seja o ser humano ou outra obra criada por Deus. Quem nos capacita na razão para vivermos como filhos e nos relacionarmos com tudo nesta dimensão é a força do Espírito Santo.
    Vamos orar, pedindo ao Espírito Santo que nos ilumine e dê força. Pedir que nos ilumine para enxergarmos e compreendermos que toda criação de Deus é dom para nós, o que Ele nos dá é dom para nossa vida. Pedir força para amar, para se deixar ser amado. Refletindo sobre isso, percebemos que, deixando Deus nos conduzir, somos aprimorados para realizar a sua vontade. Com toda abertura de coração, peçamos para que o Espírito Santo nos leve cada vez mais a “buscar o amor, a verdade e o bem”. Lembrando sempre que Deus nos fez sua imagem e semelhança, portanto, se Deus é Amor, somos movidos, impulsionados, motivados a viver o amor, a verdade e o bem. Nosso coração foi criado para amar, e desta forma que nos realizamos: amando. A vivência do amor nos leva a querer praticar o bem; a prática constante do bem nos leva a viver de maneira virtuosa.
    Uma das maneiras de retomar nossa vivência quanta a prática do bem é assumindo que somos criados para ser amor, reconhecendo que muitas vezes nossas ações de distanciaram dessa prática. Por isso, podemos, com o auxilio do Espírito Santo, recorrer a palavra de Deus em 2Cor 5, 19-20, que diz: “Porque é Deus que, em Cristo, reconciliava consigo o mundo, não levando em conta mais os pecados dos homens, e pôs em nossos lábios a mensagem da reconciliação. Portanto, desempenhamos o encargo de embaixadores em nome de Cristo, e é Deus mesmo que exorta por esse intermédio. Em nome de Cristo vos rogamos: reconciliai-vos com Deus!”. Se queremos, na liberdade de nossa vontade, exercer o desejo de Deus em nós, vamos nos aproximar de Deus reconhecendo quem é Ele, portanto reconciliando com a Santíssima Trindade, Pai, Filho, Espírito Santo, nosso criador, redentor e santificador, com o único propósito de praticar o bem.
    Sexta-feira
    O Catecismo da Igreja Católica nos diz, nos números 1730 e seguintes: “Deus criou o homem dotado de razão e lhe conferiu a dignidade de uma pessoa agraciada com a iniciativa e domínio de seus atos. A liberdade é o poder, baseado na razão e na vontade, de agir ou não agir, de fazer isto ou aquilo, portanto de praticar atos deliberados. A liberdade é no homem uma força de crescimento e amadurecimento na verdade e na bondade. Quanto mais praticar o bem, mais a pessoa se torna livre. Não há verdadeira liberdade a não ser a serviço do bem, da verdade e da justiça. A escolha da desobediência e do mal é um abuso e conduz à escravidão do pecado”.
    Irmãos, percebemos o quanto o ser humano busca a liberdade, mas, muitas vezes, não tem a compreensão do que seja realmente “liberdade”. Hoje somos agraciados por Deus a refletir que “quanto mais praticar o bem, mais a pessoa se torna livre”. Se entrarmos nesta perspectiva, significa que a prática do mal me escraviza.
    Deus nos criou para vivermos em liberdade. Ele mesmo, na loucura do seu amor para conosco, nos deixa livres na escolha do bem ou do mal. Sabendo de nossas dificuldades, Deus nos presenteia com Sua Palavra, para refletirmos e orarmos com ela. Veja o que São Paulo instrui na carta aos Romanos 9,17-21: “Não pagueis a ninguém o mal com o mal. Aplicai-vos a fazer o bem diante de todos os homens. Se for possível, quanto depender de vós, vivei em paz com todos os homens. Não vos vingueis uns aos outros, caríssimos, mais deixai agir a ira de Deus, porque esta escrito: a mim a vingança, a mim exercer a justiça, diz o Senhor (Dt 32,35). Se o teu irmão tiver fome, dá-lhe de comer, se tiver sede dá-lhe de beber. Procedendo assim, amontoarás carvões em brasa sobre a sua cabeça (Pr 25,21). Não te deixas vencer pelo mal, mais triunfa do mal com o bem”. Façamos nossa oração pessoal com esta Palavra.
    Sábado com Maria
    De acordo com nossa caminhada nesta quaresma, todos os sábados, estamos orando com a Virgem Maria, e de maneira especial podemos contar e muito com o auxílio dela, pois em sua vida vemos claramente a prática do bem. Ela se fez escrava de Deus e foi livre em tudo. Na vida dela, percebemos a disposição em fazer o bem. Para ela o exercício do bem era feito com facilidade.
    Para nos enriquecer vamos percorrer neste dia o caminho do calvário com Maria. Em cada mistério deste terço que vamos rezar, paramos um instante para refletir na entrega de Maria e na disponibilidade de deixar de praticar o bem mesmo em momento de maior dor, quanto vê seu filho sendo conduzido a morte.

    Mesagem do Dia

    Em quem confiar

    Deus que é bom, nos da o Santo Espírito para nos conduzir. Precisamos recorrer constantemente ao seu poder, pois Ele é o amigo que não nos deixa nas trevas, mas nos ilumina em cada momento e situação.


    Santo do Dia 

    Santo Ambrósio de Sena

    Santo Ambrósio de Sena

    O santo de hoje nasceu no ano de 1220 em Sena, Itália, dentro de um contexto familiar diferente. Ao ter nascido com uma deformação física, sua família – nobre – o renegou e o entregou a uma ama de leite, que recebeu a ordem de viver com a criança afastada deles.

    Isso tudo foi providência na vida de Ambrósio, porque esta ama, mulher de fé, foi uma verdadeira mãe, alimentado-o e assim, foi acontecendo a recuperação do menino.

    Com uma certa idade a família o acolheu. Ambrósio estava no processo de cura interior de reconciliação, mas já os havia perdoado. Aceitou, para um bem maior, os bens terrenos que ele teve como direito, usando-os para o bem dos pobres. O castelo foi se tornando aos poucos um hospital, lugar de acolhimento aos mais necessitados.

    Com 18 anos renunciou a tudo e foi para os Dominicanos, tornando-se um pregador cheio do Espírito Santo.

    Um homem do perdão e da reconciliação. Faleceu em Sena, durante uma pregação. Morreu no serviço, no ministério.

    Santo Ambrósio, rogai por nós!

    Evangelho do Dia
     https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg1ovLeJMsxhWkPF5kbhDIPejpr9vX_cLRKFNm11CEzZ5rKkEEbVRHU5mMR3hkZOR_u5mwSp15Q8LHd6kwhoi_Z-v_VW9SRdJyWaw9K9szOGYwzbQBTy3CY-Hlw0hvUNxoVakwhh2v3eESD/s1600/TRnasfiguracao.jpg

    Evangelho (Mateus 17,1-9)

    Domingo, 20 de Março de 2011
    2º Domingo da Quaresma


    — O Senhor esteja convosco.
    — Ele está no meio de nós.
    — PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Mateus.
    — Glória a vós, Senhor!

    Naquele tempo, 1Jesus tomou consigo Pedro, Tiago e João, seu irmão, e os levou a um lugar à parte, sobre uma alta montanha. 2E foi transfigurado diante deles; o seu rosto brilhou como o sol e as suas roupas ficaram brancas como a luz. 3Nisto apareceram-lhe Moisés e Elias, conversando com Jesus.
    4Então Pedro tomou a palavra e disse: “Senhor, é bom ficarmos aqui. Se queres, vou fazer aqui três tendas: uma para ti, outra para Moisés e outra para Elias”. 5Pedro ainda estava falando, quando uma nuvem luminosa os cobriu com sua sombra. E da nuvem uma voz dizia: “Este é o meu Filho amado, no qual eu pus todo o meu agrado. Escutai-o!”
    6Quando ouviram isto, os discípulos ficaram muito assustados e caíram com o rosto em terra. 7Jesus se aproximou, tocou neles e disse: “Levantai-vos e não tenhais medo”.
    8Os discípulos ergueram os olhos e não viram mais ninguém, a não ser somente Jesus. 9Quando desciam da montanha, Jesus ordenou-lhes: “Não conteis a ninguém esta visão até que o Filho do Homem tenha ressuscitado dos mortos”.

    - Palavra da Salvação.
    - Glória a vós, Senhor. 


    Moções Proféticas

     https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgiXvi1MNpTLEagXT2ThuOzLmiALc1wHrN5v14D7bU1xkLCc7KHLpdMwLthyNWxQxl-0BkhIbJ65Y89aPjFGzpfj_ZOnDL87l3KerHGhcoZIbu5Bar4GAA9U2_Jrg8xC48PsI5UVnm-rkE/s400/crx.jpg

    Aperfeiçoando o dom da escuta da vontade de Deus

    “Aquele que fala em línguas não fala aos homens, senão a Deus: ninguém o entende, pois fala coisas misteriosas sob a ação do Espírito. Aquele que fala em línguas edifica-se a si mesmo.” (I Cor 14, 2.4)

    “Outrossim, o Espírito vem em auxílio à nossa fraqueza; porque não sabemos o que devemos pedir, nem orar como convém, mas o Espírito mesmo intercede por nós com gemidos inefáveis. E aquele que perscruta os corações sabe o que deseja o Espírito, o qual intercede pelos santos segundo Deus.” (Rom 8,26-27)
    Maria Beatriz Spier, secretária geral do Conselho Nacional da RCC, enviou-nos uma partilha sobre a experiência da novena de oração em línguas. Veja a seguir como lhe veio esta inspiração e a forma de fazer a novena: “… um dia, preparando uma pregação sobre oração em línguas, senti a moção de fazer uma novena de oração em línguas. Sinto alegria em partilhar com vocês essa novena, porque tenho experimentado muitos benefícios na minha vida pessoal e na minha missão através dela. Também as pessoas a quem a ensinei, dão testemunho de muitas graças.
    Tenho observado, principalmente, dois frutos ao fazer a novena. O primeiro, mas não necessariamente o mais importante, é o do exercício do próprio dom. À medida que nos abrimos ao dom das línguas, o próprio Espírito vai renovando o dom em nós e passamos a orar em línguas com uma unção nova. O segundo benefício, ou fruto, dessa novena é que ela desenvolve de maneira especial o dom da escuta da vontade de Deus. Se você tem uma decisão importante a tomar, um discernimento a fazer, eu aconselho a novena. Deus se revela, Ele fala de maneira muito específica, com instruções muito claras, orientando o nosso discernimento.”

    COMO FAZER A NOVENA:

    Inicie  agradeçendo a Deus por esse dom maravilhoso. Depois tome consciência de que quando você ora em línguas é o próprio Espírito Santo que intercede ao Pai, em nome de Jesus, por você, por essa situação que você está apresentando.
    O Espírito Santo, que perscruta os corações, sabe o que está no seu coração, mas conhece também  o desejo do coração do Pai, e o desejo do coração do Pai é que o nome de Jesus seja glorificado.
    Então, enquanto o Espírito Santo usa suas cordas vocais, seu aparelho fonador, sua voz, seus lábios para interceder por você ou por essa situação, seja o que for que  precisa acontecer para que o nome de Jesus seja glorificado, para que Jesus tenha a vitória sobre a vida apresentada na oração, é isso mesmo o que o Espírito Santo estará pedindo ao Pai. Ao orar em línguas mantenha isso no seu pensamento.
    A seguir, você começa a orar: no primeiro dia cinco minutos, no segundo dia dez minutos, no terceiro quinze minutos, e assim por diante, cada dia aumentando a oração em cinco minutos, até chegar ao nono dia, quando você vai orar em línguas por quarenta  e cinco minutos.

    É importante manter um caderno ou papel e lápis ou caneta junto de você enquanto ora. Quando você sentir uma moção do Espírito comece a escrever. Depois, ao reler o que você escreveu  você ficará espantado de ver que você não teria pensado nessa solução para o problema, ou pensado em conduzir as coisa desta forma. Ao reler o que você escreveu você verá que foi o próprio Espírito Santo se revelando a você.

    Convido você a fazer esta linda experiência da escuta de Deus e que ela produza na sua vida os maravilhosos frutos que tem produzido na minha.
     fonte: site oficial da RCC Brasil www.rccbrasil.org.br

     

    Num apelo depois da oração mariana do Angelus o Papa invoca a salvaguarda para a população na Líbia e o acesso às ajudas humanitárias 

      Depois da recitação do Angelus deste Domingo, o Papa lançou um apelo manifestando a sua apreensão pela situação na Líbia, assegurando a sua proximidade e oração á população. Bento XVI dirigiu-se a todos aqueles que têm responsabilidades politicas e militares para que tenham a peito a incolumidade e a segurança dos cidadãos e garantam o acesso aos socorros humanitários

      “Nos dias passados as noticias preocupantes que chegavam da Líbia suscitaram também em mim viva trepidação e temor. Fizera uma oração particular ao Senhor durante a semana dos Exercícios Espirituais.

      Agora, sigo com grande apreensão os últimos eventos, rezo por aqueles que se encontram envolvidos na dramática situação daquele país e dirijo um premente apelo a todos aqueles que têm responsabilidades politicas e militares para que tenham a peito, antes de mais a salvaguarda e a segurança dos cidadãos e garantam o acesso aos socorros humanitários” .

      Introduzindo a oração mariana do Angelus o Papa recordou que neste segundo Domingo da quaresma a liturgia nos convida a reflectir sobre o acontecimento extraordinário da Transfiguração. Jesus manifesta o esplendor da sua gloria, para testemunhar que a paixão é o caminho da ressurreição.

      Bento XVI convidou a escutar neste tempo litúrgico o Filho predilecto do Pai, a alimentar o espírito com a sua Palavra e assim renovar com alegria na noite de Páscoa os compromissos baptismais.

      A concluir o Papa convidou a invocar a Virgem Maria para que nos ajude a escutar e a seguir sempre o Senhor Jesus, até á paixão e á cruz para participar também da sua gloria.

      (Fonte: site Rádio Vaticano).

        quinta-feira, 17 de março de 2011

        Mensagem do Dia

        Não estamos sozinhos!

        Façamos com Deus o propósito de uma vida nova. Com certeza, quem vai nos ajudar a perseverar nesta decisão, de não vivermos mais a nossa vida de qualquer jeito, será a Virgem Maria.
        É claro que temos vontade de ser fiéis ao Senhor, mas as nossas fraquezas, muitas vezes, levam-nos ao desânimo. O edificante é que podemos ter certeza de que Nossa Senhora sempre caminha conosco, lado a lado, assim como ela seguiu Jesus até aos pés da cruz.
        “As raposas têm suas tocas e as aves dos céus têm seus ninhos; mas o Filho do Homem não tem onde reclinar a cabeça”(Mt 8,20). Quem se dispuser a seguir Jesus, precisará enfrentar com coragem as adversidades do caminho.
        Vem caminhar conosco, Nossa Senhora, e nos ajude neste caminho rumo à casa do Pai.
        Jesus, eu confio em Vós!


        MOÇÕES PROFÉTICAS DA RCC BRSSIL

        O Princípio da Verdade
        http://www.rccbrasil.org.br/midias/noticias/grandes/fg_6599.jpg
        Diversas profecias e confirmação na Palavra nos falam sobre a verdade. Recebemos do Senhor uma palavra de exortação: “Deixai de lado toda dissimulação, mentira, duplicidade, sede verdadeiros uns com os outros e consigo mesmos, analisando vossas intenções, e sede também verdadeiros diante de mim.” A confirmação veio na Palavra: "Salvai-nos, Senhor, pois desaparecem os homens piedosos, e a lealdade se extingue entre os homens. Uns não têm para com os outros senão palavras mentirosas; adulação na boca, duplicidade no coração" (Salmo 11, 1-3).
        Outra exortação dizia: “Vós sois o povo que escolhi para este tempo, Eu vos separei e caminho diante de vós. Meus filhos, precisai estar preparados, que seja expulso do meio de vós todo pecado, toda falta de bom testemunho. Expulsai todo pecado, toda mentira, toda dissimulação de vossas vidas. Fazei um exame de consciência e retirai de vossas vidas o pecado, por menor que seja. Eu quero fazer obra nova, mas preciso que purifiqueis vossas vidas”. A confirmação veio na passagem de Ageu 1, 3 – 7, no qual o Senhor pede: “Prestai atenção ao vosso viver”.
        Dentro do princípio da verdade, recebemos também uma palavra em Apocalipse 3,18: “Aconselho-te que compres de mim um colírio para ungir os olhos para que possas ver claro”. A moção é a de olhar com os olhos do Espírito da Verdade onde está o desajuste, o excesso, a ilusão na nossa vida. A área da nossa vida que é vivida na ilusão é mentira. O nosso encontro com Jesus, que é a Verdade, deve se refletir em toda nossa vida, no nosso relacionamento com Deus, conosco mesmos, com os outros, no nosso modo de ver o mundo e de reagir aos acontecimentos.
        Recebemos outra palavra de exortação com respeito à verdade: “A decisão firme que quero de vós é a de mudança de vida, de conversão. A maturidade vem de uma alma íntegra. Eu vos peço compromisso com a verdade. Ide ao fundo e arrancai de vossos corações todo o mal. Não tereis autoridade se não vos converterdes até nas pequenas coisas”.
        Maria Beatriz Spier Vargas
        Secretária-geral do Conselho Nacional da RCCBRASIL

        terça-feira, 15 de março de 2011

        Mensagem do Dia

        Quando confiamos, a vitória é certa!

        Precisamos acreditar no auxílio eficaz do Espírito Santo na nossa vida. Quando passamos por dificuldades, a primeira coisa que fazemos é contar às pessoas, ficamos angustiados, às vezes, murmuramos, nos aterrorizamos e nos esquecemos de buscar o nosso socorro no Senhor, que combate por nós e que está sempre ao nosso lado, mesmo quando não nos apercebemos da presença d’Ele.
        Durante a caminhada do povo de Israel no deserto, foram muitas as provas, mas Deus Pai caminhava com o Seu povo e nunca o abandonou.
        “Moisés disse ao povo: Não temais! Permanecei firmes, e vereis o que o Senhor fará hoje para vos salvar; os egípcios que hoje estais vendo, nunca mais os tornareis a ver. O Senhor combaterá por vós, e vós, ficai tranquilos” (Ex 14,13-14).
        Na situação em que nos encontramos hoje, confiemos no Senhor, porque Ele combaterá por nós e a vitória será certa. O segredo está em confiar no Altíssimo, mesmo sem ver e sentir nada.
        Jesus, eu confio em Vós!

        Ministério de Música e Artes

         

         

         

         

         

        Nossa Bandeira é a Cruz de Cristo

        A paz de Jesus!
        No ano passado de 15 a 17 de Outubro foi realizado na cidade de Paulina, o encontro Nacional do Ministério de Música e Artes, onde reuniu músicos, cantores, dançarinos e atores de todas as Regiões do Brasil. Os participantes do encontro refletiram sobre a missão dos ministros de música e artes e o seu papel neste tempo de reconstrução vivido pela RCC do Brasil.
        Vamos refletir alguns direcionamentos divulgados na revista Renovação, e acrescentarei alguns questionamentos que deve ser partilhado na reunião do seu ministério.
        A ex-coordenadora Juliane Morigi na época coordenadora  nacional do ministério de música e artes, falou sobre a necessidade dos ministérios de música passarem por um processo de reconstrução para que os Grupos de Oração e todo o movimento sejam fortalecidos: “São muitos os ministérios destruídos pela falta de unidade e de oração, que acabam abandonando os Grupos de Oração para seguirem projetos pessoais. E a triste realidade são G.O fechando ou tendo seu número reduzido por falta de comprometimento dos ministérios de música”,afirmou. 

        Para refletir e partilhar:
        1-    Você e o seu ministério está acompanhando e obedecendo as moções do Espírito Santo no seu G.O  e em todo o movimento da RCC?
        2-    Como está o seu comprometimento com o seu ministério?
        3-    Você tem buscado a unidade com os irmãos ou só pensa em você e nos seus projetos pessoais?

        Com a pregação de Eugênio Jorge, os artistas foram exortados a investir na intimidade com o Senhor e serem cada vez mais amigos de Deus. Segundo o cantor: “Muitos levantam a bandeira da música católica. Pois abaixem essa bandeira e levantem a bandeira da Cruz de Cristo! Os servos que fazem muitas coisas para Deus farão muitas coisas e ficarão cansados. Mas aquele que conquistar a intimidade com Ele fará a Obra de Deus! Nosso chamado é para glorificação de Deus e edificação do seu povo. Se Jesus não tem a você, ao seu coração, a Ele não interessará a sua música, seu teatro, sua dança! Jesus prefere você calado, desde que Ele tenha a você, ao seu coração. Todo ministério eficaz será fruto de uma profunda intimidade com Jesus.
        
        Para refletir e partilhar:
        1-    Como anda a sua intimidade com Jesus e com a palavra de Deus?
        2-    Você está apenas cantando, tocando, interpretando ou dançando no seu G.O ou está servindo com todo amor do seu coração?

        Em sua última pregação, Juliane Morigi ressaltou a importância da Palavra fazer parte do cotidiano dos artistas para que um verdadeiro trabalho de evangelização seja realizado. “Retome a oração, a leitura da Palavra, os Sacramentos. Tem artistas que quer falar de Jesus, mas não ouve sua Palavra. Os músicos carregam caixas de som, bags pesados, e às vezes, chegam no Grupo de Oração sem a Palavra de Deus”. Juliane ainda exorta: “Sejam obedientes a essa Palavra. Reúnam seus ministérios para irem juntos a missa, perguntem para Jesus onde estamos errando? Onde precisamos melhorar? Para que o Senhor coloque a luz sobre seu ministério, pois é pela música que a mensagem pode chegar aos corações. A música chega aonde não chega a pregação. E o Senhor vai nos inspirar  novas músicas, danças e peças de teatro. Uma nova arte que está escondida no coração de Jesus para o seu  ministério”.

        Para refletir e partilhar:
        1-    Onde nós temos guardado a Palavra de Deus, só na estante de nossas casas ou temos colocado em nossos corações e usado na nossa vida?
        2-    Em que direção tem andado o seu ministério e a sua vida?

        Leia: João 6,66-69

        Que Deus abençoe a todos,


        Moções Proféticas para RENOVAÇÃO CARISMÁTICA do Brasil
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        Esperança e vida nova

        “Todo aquele que está em Cristo é uma nova criatura. Passou o que era velho; eis que tudo se fez novo.” IICor 5,17

        Orando para saber que moções colocar no portal esta semana, lembrei-me daquela exortação que recebemos para voltarmos a enfrentar os problemas da nossa vida com fé e esperarmos milagres. O Senhor nos dizia que o que nos atrapalha é o fatalismo, isto é,  pensar que nada na nossa vida pode mudar. Para confirmar a moção recebemos a passagem de Ezequiel 37, 11b: “Eles dizem: nossos ossos estão secos, nossa esperança está morta; estamos perdidos!”

        Na passagem bíblica, o profeta Ezequiel compara o povo cansado e sem esperança a um monte de ossos secos. Assim como o povo de Israel, muitos de nós sentem-se cansados, desanimados, como se já não houvesse mais nada de bom para esperar da vida, como senão adiantasse mais sonhar, como se nossa vida não pudesse mais dar uma guinada e tomar um rumo diferente, um rumo melhor.
        Lembro agora de alguém que se sentia exatamente assim.  Jó é uma figura bíblica usada para ilustrar a vida de alguém que perde tudo, mas não perde o temor a Deus. Ele era um homem muito rico, com uma linda família composta de três filhas e sete filhos e todos se davam muito bem. Um dia, porém, Satanás pediu permissão a Deus para tirar de Jó tudo o que ele possuía, família, bens, tudo, pois pensava que se assim fizesse, Jó se afastaria de Deus. Jó perdeu tudo, pelo fogo, por assalto, por furacão. Morreram seus filhos e consumiram-se seus bens, ele perdeu a saúde e todos zombavam dele, pois viam tudo o que lhe tinha acontecido como um castigo de Deus.

        Mas apesar do que diziam os outros, apesar da sua própria tristeza e sofrimento, Jó nunca perdeu o temor de Deus. Ele dizia: “Deus me deu, Deus me tirou .Louvado seja Deus.” Ele reconhecia que tudo o que temos de bom vem de Deus, que todo o bem e toda a bondade do mundo não são nossos, são de Deus, que poderá nos emprestar de seus bens,mas que ainda assim, continuam sendo seus.
        Então, quando todos julgavam a vida de Jó perdida e sem solução, Deus para honrar sua fidelidade lhe restitui todos os seus bens em dobro. Em tudo o Senhor lhe deu a mais e ele foi abençoado no fim de sua vida mais do que no princípio. Até seus filhos ele teve restituídos, em mesmo número: três mulheres e sete homens. E depois de ter sua vida abençoada, Jó viveu ainda muitos anos. A vida dele parecia acabada, mas o Senhor lhe deu vida nova, porque apesar das tragédias de sua vida, ele continuou com o seu coração em Deus. Deus, por respeitar a nossa liberdade, só pode abençoar os corações que estão nele.

        Temos também a figura de Abraão, com noventa e nove anos e um sonho frustrado no coração: o desejo de ter um filho. Mas um dia, um dia comum, um dia como outro qualquer, o Senhor lhe aparece na figura de três homens (símbolo da visita da Santíssima Trindade). Esses três homens profetizam que no ano seguinte estariam de volta e Sara, mulher de Abraão, já teria um filho. Assim acontece e ávida desse casal de velhos se restaura completamente.

        Para não pensarmos que a vida pode mudar só para as figuras bíblicas , conto um testemunho simples que recebi de uma senhora de mais de oitenta anos que estava participando de um retiro. Essa senhora me contou que sempre tinha sido sozinha na vida, os pais morreram, não tinha irmãos e por isso, sempre tinha alimentado o sonho de se casar. Dizia ela que todos os dias ela levantava e se arrumava bonita, se pintava porque poderia ser esse o dia de encontrar pela primeira vez o seu futuro marido. Nunca encontrou. Quando ela estava com sessenta anos ela decidiu não se pintar mais, porque pensou: “A essa altura da minha vida, com essa idade, eu já não caso mais. Não tem importância, o que importa mesmo é ter a companhia de Deus na minha vida. Vou à missa agradecer pela companhia de Deus sempre comigo”. Nesse dia, um dia comum, como outro qualquer, um dia em que ela não tinha se pintado, inesperadamente, ela conheceu aquele que seria o seu futuro marido, que lhe deu um lindo apartamento e boas condições de vida e o principal, uma família.
        A nossa vida também pode ser restaurada e lindas bênçãos podem chegar até nós, num dia qualquer, num dia comum, basta estar com o coração em Deus.

        Pode ser que neste exato momento o Senhor esteja elaborando uma linda surpresa para a nossa vida. Só que vida e morte são opostas, se a nossa esperança está morta, se o nosso coração está seco, a vida não nos encontra. Esperança viva dentro do coração atrai mais vida. Jesus é a vida, Jesus é a nossa esperança. Se temos Jesus no coração, o Pai envia sobre nós o Espírito Santo e nós nascemos para uma vida nova,para uma fé mais viva e uma esperança que nos anima e fortalece.

        Fonte: Site Rcc Brasil