quarta-feira, 13 de abril de 2011

Homilia Diária


Novos arcebispos gaúchos (em sentido horário): Dom Hélio Rubert, Dom Pedro Simon e Dom Jacinto Bergman
A Igreja no Brasil amanheceu nesta quarta-feira, 13, com três importantes novidades. O Papa Bento XVI erigiu as Províncias Eclesiásticas de Pelotas, Santa Maria e Passo Fundo, todas no Rio Grande do Sul. A mudança faz com que todas passem a ser Arquidioceses, cada uma com suas respectivas dioceses sufragâneas (subordinadas). Até então, o estado contava apenas com a Arquidiocese de Porto Alegre, à qual estavam ligadas todas as dioceses gaúchas.

A Província Eclesiática de Porto Alegre conserva as dioceses sufragâneas de Caxias do Sul, Novo Hamburgo, Osório e Montenegro.

 - Província Eclesiástica de Pelotas
Elevada a Igreja Metropolitana a sede bispal de Pelotas. As dioceses sufragâneas são Bagé e Rio Grande. O primeiro Arcebispo Metropolitano é Dom Jacinto Bergmann, até então Bispo de Pelotas;

 - Província Eclesiástica de Santa Maria
Elevada a Igreja Metropolitana a sede bispal de Santa Maria. As dioceses sufragâneas são Uruguaiana, Cruz Alta, Santo Ângelo, Santa Cruz do Sul e Cachoeira do Sul. O primeiro Arcebispo Metropolitano é Dom Hélio Adelar Rubert, até então Bispo de Santa Maria;

 - Província Eclesiástica de Passo Fundo
Elevada a Igreja Metropolitana a sede bispal de Passo Fundo. As dioceses sufragâneas são Vacaria, Frederico Westphalen e Erexim. O primeiro Arcebispo Metropolitano é Dom Pedro Ercílio Simon, até então Bispo de Passo Fundo.
fonte de pesquisa canção nova


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O Domingo de Ramos

Quantas lições nos deixam essa festa litúrgica!
A Semana Santa começa no Domingo de Ramos, porque celebra a entrada de Jesus em Jerusalém montado em um jumentinho – o símbolo da humildade – e aclamado pelo povo simples, que O aplaudia como "Aquele que vem em nome do Senhor". Esse mesmo povo O havia visto ressuscitar Lázaro de Betânia havia poucos dias e estava maravilhado. E tinha a certeza de que este era o Messias anunciado pelos profetas; mas tinha se enganado no tipo de Messias que o Senhor era. Pensavam que fosse um Messias político, libertador social que fosse arrancar Israel das garras de Roma e devolver-lhe o apogeu dos tempos de Salomão.

Para deixar claro a esse povo que não era um Messias temporal e político, um libertador efêmero, mas o grande libertador do pecado, a raiz de todos os males, então, Cristo entra na grande cidade, a Jerusalém dos patriarcas e dos reis sagrados, montado em um jumentinho; expressão da pequenez terrena, pois não Ele é um Rei deste mundo!

Dessa forma, o  Domingo de Ramos é o início da Semana que mistura os gritos de hosanas com os clamores da Paixão de Cristo. O povo acolheu Jesus abanando seus ramos de oliveiras e palmeiras. Os ramos significam a vitória: “Hosana ao Filho de Davi: bendito seja o que vem em nome do Senhor, o Rei de Israel; hosana nas alturas”.

Os ramos santos nos fazem lembrar que somos batizados, filhos de Deus, membros de Cristo, participantes da Igreja, defensores da fé católica, especialmente nestes tempos difíceis em que ela é desvalorizada e espezinhada.
Os ramos sagrados que levamos para nossas casas, após a Santa Missa [do Domingo de Ramos], lembram-nos de que estamos unidos a Cristo na mesma luta pela salvação do mundo, a luta árdua contra o pecado, um caminho em direção ao Calvário, mas que chegará à Ressurreição.

O sentido da Procissão de Ramos é mostrar essa peregrinação sobre a terra que cada cristão realiza a caminho da vida eterna com Deus. Ela nos recorda que somos apenas peregrinos neste mundo tão passageiro, tão transitório, que se gasta tão rapidamente. Mostra-nos que a nossa pátria não é neste mundo, mas na eternidade, que aqui nós vivemos apenas em um rápido exílio em demanda pela casa do Pai.

A Missa do Domingo de Ramos traz a narrativa de São Lucas sobre a Paixão de Nosso Senhor Jesus: Sua angústia mortal no Horto das Oliveiras, o Sangue vertido com o suor, o beijo traiçoeiro de Judas, a prisão, os maus-tratos nas mãos dos soldados na casa de Anãs, Caifás; o julgamento iníquo diante de Pilatos, depois, diante de Herodes, a condenação, o povo a vociferar “Crucifica-o, crucifica-o”; as bofetadas, as humilhações, o caminho percorrido até o Calvário, a ajuda do Cirineu, o consolo das santas mulheres, o terrível madeiro da cruz, o diálogo com o bom ladrão, a morte e sepultura.

A entrada “solene” de Jesus em Jerusalém foi um prelúdio de Suas dores e humilhações. Aquela mesma multidão que O homenageou, motivada por Seus milagres, agora Lhe vira as costas e muitos pedem a Sua morte. Jesus, que conhecia o coração dos homens, não estava iludido. Quanta falsidade nas atitudes de certas pessoas! Quantas lições nos deixam esse dia [Domingo de Ramos]!

O Mestre nos ensina com fatos e exemplos que o Seu Reino, de fato, não é deste mundo. Que ele não veio para derrubar César e Pilatos, mas para derrubar um inimigo muito pior e invisível, o pecado. E para isso é preciso se imolar; aceitar a Paixão, passar pela Morte para destruir a morte; perder a Vida para ganhá-la.

A muitos o Senhor decepcionou; pensavam que Ele fosse escorraçar Pilatos e reimplantar o reinado de Davi e Salomão em Israel; mas Ele vem montado em um jumentinho frágil e pobre. "Que Messias é este? Que libertador é este? É um farsante! É um enganador, merece a cruz por nos ter iludido", pensaram. Talvez Judas tenha sido o grande decepcionado.
O Domingo de Ramos ensina-nos que a luta de Cristo e da Igreja, e consequentemente a nossa também, é a luta contra o pecado, a desobediência à Lei sagrada de Deus que hoje é calcada aos pés até mesmo por muitos cristãos que preferem viver um cristianismo “light”, adaptado aos seus gostos e interesses e segundo as suas conveniências. Impera como disse Bento XVI, a ditadura do relativismo.

O Domingo de Ramos nos ensina que seguir o Cristo é renunciar a nós mesmos, morrer na terra como o grão de trigo para poder dar fruto, enfrentar os dissabores e ofensas por causa do Evangelho do Senhor. Estar disposto a carregar a cruz com aquele que a levou até o Calvário sem abandoná-la. Estar disposta a defender o Cristo e a Igreja com novo ardor, e com novo ânimo, especialmente hoje em eles são tão aviltados em todo mundo.
Foto Felipe Aquino
felipeaquino@cancaonova.com
Prof. Felipe Aquino, casado, 5 filhos, doutor em Física pela UNESP. É membro do Conselho Diretor da Fundação João Paulo II. Participa de aprofundamentos no país e no exterior, escreveu mais de 60 livros e apresenta dois programas semanais na TV Canção Nova: "Escola da Fé" e "Trocando Idéias". Saiba mais em Blog do Professor Felipe Site do autor: www.cleofas.com.br
13/04/2011 - 08h35
Tags: Páscoa Conversão penitência ramos Paixão morte formação Felipe Aquino
fonte de pesquisa Canção Nova


Bispos apresentam Youcat e dizem que é presente do Papa aos jovens


Nesta quarta-feira, 13, a Santa Sé, durante uma coletiva de imprensa, fez a apresentação do "Youcat", o Catecismo da Igreja Católica para os jovens, preparados para os participantes da 26ª Jornada Mundial da Juventude, em agosto deste ano.

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Papa aos jovens: "Estudem o Catecismo com paixão e perseverança!"
Estavam presentes na coletiva o
presidente do Pontifício Conselho para os Leigos, Cardeal Stanislaw Rylko, o Arcebispo de Viena (Áustria), Dom Christoph Schönborn, OP., o presidente do Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização, Dom Rino Fisichella, e o produtor e editor de Youcat, Bernhard Meuser.
Cardeal Rylko disse que o Catecismo para os jovens está sendo traduzido para seis idiomas, com distribuíção de 700 mil exemplares. "Este é um presente do Santo Padre aos jovens participantes na Jornada Mundial da Juventude", destacou.
Ao falar sobre a Jornada Mundial da Juventude, o cardeal observou que "não é suficiente fazer com que os jovens sonhos, mas eles devem ser ajudados a crescer com raízes sólidas no 'humus' da tradição cristã. Uma verdadeira educação na fé dos jovens deve começar por colocar em Cristo sua liberdade. Ele é a rocha segura sobre a qual podem construir a sua vida".
"O conteúdo Youcat - explicou Dom Rylko -, traduz o conteúdo do Catecismo da Igreja Católica de modo rigoroso e fiel, adequado para os jovens. Não ignora o Catecismo, mas leva a ele, abre o caminho para o Catecismo e o Compêndio. Sua finalidade é levar os jovens a aprofundar o conhecimento de sua fé".
 
Dom Fisichella também enfatizou que o "Youcat" responde a uma exigência do momento presente que deve saber apresentar, em linguagem simples, abrangente e, sobretudo, acessíveis aos jovens, o patrimônio da fé que sempre e em todo lugar professam os cristãos".




Acampamento de Cura e Milagres com Ironi Spuldaro em Julho!

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